<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876</id><updated>2012-02-16T10:27:38.460Z</updated><category term='observações'/><category term='drama'/><category term='coisas'/><category term='memórias'/><category term='histórias'/><category term='Fábulas'/><title type='text'>Não se escreve mas tenta-se</title><subtitle type='html'>Alguns pensamentos de quem tenta perceber o mundo...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-2783859922363314529</id><published>2010-07-11T19:19:00.000+01:00</published><updated>2010-08-28T01:18:32.535+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>Nas Aulas Violas (VI)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S3RZ211GI-I/AAAAAAAAAJc/NIHDwLTppic/s1600-h/IMG_0035.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S3RZ211GI-I/AAAAAAAAAJc/NIHDwLTppic/s400/IMG_0035.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437069448840618978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de Ayshynek&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi uma tremenda confusão. Passei o dia inteiro a insistir no mesmo tema, parecia tudo tão real mas, ou era apenas um pesadelo ou tudo sem explicação. As dores, as mazelas, os cheiros, os aromas, os paladares, as imagens, as memórias, tudo tão vivo como ao mesmo tempo tão morto e sem cadáver. Durante o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto, um ínfimo de dias em que não parei de pensar no mesmo e, durante este tempo os feitos reduziram-se à prática do pensar repensar o mesmo assunto. Nem a música, nem a rádio, nem mesmo as minhas engenhocas fizeram as minhas delícias absolvendo-me de tal preocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto passaram três semanas, para casa ligavam professores, escolas, amigos, colegas e até outros pais.  Parecia o telefone uma total novidade mas isso não seria o mais importante. Hoje era dia da primeira consulta. Por certo, contorci-me por ter de lá ir mas por fim de contas não foi tempo perdido. Quando entrei no consultório vi uma senhora com alguma idade, talvez uns sessenta ou mais. Tinha um meandro cabelo grisalho e sujo, uns óculos gigantes de lentes grossas e uma bata branca. Com os olhos esbugalhados levantou-se e pediu que me sentasse e ao aproximar-me vi quanto era feia dispondo de um ar prepotente. Um rosto descaído nas bochechas seguras pelas maçãs desproporcionalmente salientes, olhos afastados e muito convexos rodeados por pálpebras côncavas,um nariz pontiagudo e uma boca em forma de arco  de cruzaria em ogiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediu que me sentasse numa pequena mesa com umas folhas e uns lápis para fazer desenho,s um qualquer serviria. Para além de achar que havia entrado num filme de terror, agora achava-me perante uma louca. No entanto, comecei a fazer o pedido desenho. Um papagaio de penas multicolores sobre um ramo de uma qualquer árvore, apenas um desenho esboçado mas feito com todo o rigor e todo o regozijo das hipotéticas capacidades. Em seguida pediu-me que lho explicasse, disse lhe o seguinte:&lt;br /&gt;-"...é um papagaio que está assim a admirar o que o rodeia!"&lt;br /&gt;-"Mas ele está sozinho porquê?" - perguntou-me ela&lt;br /&gt;-"Bem, o pai foi embora a mãe foi buscar comida para os irmãos e ele está a ouvir os sons do bosque!" - respondi prontamente à pergunta absurda.&lt;br /&gt;-"E não tem ninguém para lhe fazer companhia? Um amigo ou algum dos irmãos?"&lt;br /&gt;-"Não, ele já é crescido e não precisa da companhia de ninguém está bem sozinho e para ouvir os sons do bosque os outros fazem barulho...!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-"Já estava a ficar farto de tantas perguntas mas afinal qual era o problema daquela mulher?! Não percebia ela que me pediu um desenho e que se eu desenhasse a família toda precisaria de uma parede e um dia?! Oh mãe ela era assustadora, muito feia, parecia saída de um filme..." - disse eu mal saí do consultório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram duas semanas após a consulta naquele antro de doidos, tudo voltava ao normal mas já passara um mês que não tinha uma aula de piano. Dizia sempre que não queria voltar lá mas no fundo tinha umas saudades imensas e, sem dúvida, era essa a minha maior repulsa. Eu gostava da escola, amava poder estudar música, adorava ainda mais o piano mas, ao mesmo tempo não queria estar lá por causa do professor. Já havia passado um pouco mais de um mês e eu já morria de saudades atirando me a um canto escondido para chorar por querer e não querer voltar à escola de  música. Tudo me puxava para lá e tudo me puxava para cá, custava-me tanto querer ir e não poder e querer ir e não querer, uma revolta imensa que me fazia o desejo de rebentar por dentro, tal como se pudesse por a mão por entre o peito e arrancar a dor que lá sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava a meio da semana e eu queria que tudo voltasse a ser como era, por isso quis vir sozinho para casa. Mal saí da escola despedi-me dos meus poucos amigos porque queria chegar cedo a casa e então não viria pelo caminho com eles. Saí com um pouco de medo mas tentei entreter a minha cabeça com outras coisas, os deveres, os trabalhos, os testes e por muitas outras coisas absurdas. A meio do caminho dei por mim num passo quase de corrida, com as costas muito direitas suportadas por uma força abdominal e com os braços esticados pelos músculos contraídos a gingar da frente para trás ao mesmo tempo que o meu olhar parecia um radar. Estava com medo de tudo e ao mesmo tempo do nada e, assim, segui até casa numa meia aflição ou mesmo num ataque de pânico. Quando cheguei a casa a minha mãe ainda não tinha chegado e havia correio, fechei rapidamente a porta enquanto verificava se estava em segurança e abri a carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"... o Diogo é uma criança muito madura para a idade, no entanto, ainda não superou a perda do seu progenitor. Através da conversa que proferi com o examinado percebi também que existe uma magoa muito forte para além de suspeitar que haja algo que o perturbe seriamente. Desta forma, deu a entender que tende a isolar-se do mundo preferindo está só. Por motivos de forte preocupação aguardo que a representante do Diogo marque uma nova consulta para acompanhamento familiar..." - USM(1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Unidade de Saúde Mental&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-2783859922363314529?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/2783859922363314529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=2783859922363314529' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2783859922363314529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2783859922363314529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2010/02/nas-aulas-violas-vi.html' title='Nas Aulas Violas (VI)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S3RZ211GI-I/AAAAAAAAAJc/NIHDwLTppic/s72-c/IMG_0035.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-4832039532785954030</id><published>2010-01-22T00:08:00.004Z</published><updated>2010-07-26T18:17:35.158+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>Nas Aulas Violas (V)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SgtTnzi4bdI/AAAAAAAAAIs/UJU1rgLZqY0/s1600-h/_MG_0201.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SgtTnzi4bdI/AAAAAAAAAIs/UJU1rgLZqY0/s400/_MG_0201.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335450126867000786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Acordei na manha seguinte, penso que seja a manhã seguinte, pois, de pouco tenho memória, e, da mesma forma que teria vindo ao mundo estava deitado sobre o chão. O corpo, esse, senti-o gelado, mazelado por uma negra noite de trevas mas, tudo era uma imagem turba e agitada em torno de uma fragilidade assistida. Ao olhar-me desconheci-me, agora era mais robusto, dilatado, azulado, arroxeado, avermelhado, esbranquiçado e uns tons de ocre escuro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Já raiava o dia aquando abrira os olhos, presenciava-se um sol esquálido projectando-se celestialmente sobre os objectos que incidia. Uma decoração fingida, de reflexos cristalinos, de pequenas rodelas luminosas que, aclareavam e abrilhantavam o espaço formando um ambiente de despedida após postura em necrópole. No ar, um leve perfume de flores pairava tranquilizante, uma requintada essência de brisa límpida.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Sobre os meus pés um manto minimalista cor de pérola adequando-se ao local. Retirei-o com alento, de seguida tentei levantar-me, esforço inútil que me obrigou a aceitar o convite a um bruto contacto com o chão. Desconhecendo-me o estado, insisti na nova aventura que era o equilíbrio. Paulatinamente, apoiado nos braços e num esforço mitológico, consegui quase erguer-me, ainda com alguma dificuldade para verticalizar a estrutura central do tronco. Meditei sobre o meu redor por breves segundos, e, tudo estava impecável, uma sensação de normalidade desafinada invadiu-me pelo inspirar e povoou-me. Ignorei, segui para o hall de entrada para me dirigir ao quarto onde provei o forte trago aromático a café com leite e a pão torrado. No quarto, vesti-me enquanto ainda acordava e pensava na turba memória que tinha, tudo estava no lugar, não havia nada que fizesse objecto de defesa da minha lembrança. Mas, apenas por entre um nevoeiro mental algumas imagens fruíam. Terá sido a minha imagética a misturar tudo?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Cheguei à cozinha, cumprimentei minha mãe, disse-lhe um bom dia com um sorriso ataráxico e recebi logo um questionário em forma de repreensão:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;-“Onde estiveste? Onde foste de manhã tão cedo? Procurei-te em todo o lado não te vi… Já sabes que não gosto que saias sem me dizer nada! Eu sou tua mãe, e, preocupo-me muito contigo! Se querias ir a algum lado acordavas-me e pedias-me opinião! Que seja a última vez que fazes isto meu menino… Estamos entendidos?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;»Ah, ontem esteve cá o teu professor. Já falei com esse senhor também, vinha de mansinho e levou logo rebocada para a porta da rua! Quem pensa esse senhor que é, vamos resolver isto à minha maneira e não descanso enquanto esse senhor não estiver no lugar que merece…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;»Mas ainda não me disseste onde estiveste! Hoje não vais às aulas e entretanto podes começar a explicar-te!”&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;-“Hum, estive no jardim, precisava de ar fresco, de arejar, foi isso…. Sim, foi isso….”&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-4832039532785954030?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/4832039532785954030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=4832039532785954030' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/4832039532785954030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/4832039532785954030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2010/01/nas-aulas-violas-v.html' title='Nas Aulas Violas (V)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SgtTnzi4bdI/AAAAAAAAAIs/UJU1rgLZqY0/s72-c/_MG_0201.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-6499152360308710121</id><published>2009-07-21T03:32:00.005+01:00</published><updated>2009-07-21T04:03:01.172+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas'/><title type='text'>Por vezes....</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SmUvjqrM9II/AAAAAAAAAI0/8R5irlxpwxY/s1600-h/EDIT0272BLOG.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SmUvjqrM9II/AAAAAAAAAI0/8R5irlxpwxY/s400/EDIT0272BLOG.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360743221251863682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alegre e sorridente, uma piada sempre pronta! Nem sempre é o que parece. A vida, essa, ocupa o destino e o atribulado pensamento perturbado. À melodia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;soul&lt;/span&gt; dos 80's a caminhada diária da vida frenética. Oh quão frenética és, se o não fosses... Mas, por ti corro toda a hora e sem nunca uma recompensa ou és tu? Dás-me o conhecimento de nada saber, és invejosa mas, quem és tu afinal? Por vezes na caminha por entre multidões, gente negra, branca, mestiça, de todas as cores. Por entre esta gente, por entre esta gente vivo acompanhado da solidão da tua omnipresença. Porque és injusta? Não posso eu deixar-te por momentos? Sufocas me a alma com cenários fúteis e preenches-me de nada! Quem és tu? Comandas-me? Será que me podes fazer o favor de pelo menos me fazeres sentir bem? Não posso ser sempre eu a sorrir e a fazer sorrir, também mereço sorrir! Deixa-me, larga-me pois, não sei quem sou! Mas se não sei quem sou então, então a culpa é minha. Desculpa, mas não quero sentir solidão! Afinal ainda sou criança! Ser feliz?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartas ao Pai Natal, bonecas de pano, carrinhos, comboios, garagens, até Barbie...! Tão pouca coisa de tão pouco valor e importância nos fez feliz... E agora? Será a falta da carta ao Pai Natal?! Diz-me! Quem és?! Sou eu?! Não me respondas, já percebi a tua ingratidão! Mas agora cala-te, não te quero ouvir mais o silêncio pois, se somos então eu fico com a tua parte! A injustiça é mutua! O som do teu silêncio perturbador terminará aquando do meu! E quando eu morrer? Ficarás sozinha e não ousará alguém de evitar que estejas suspensa... Como é bom sonhar!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-6499152360308710121?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/6499152360308710121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=6499152360308710121' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/6499152360308710121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/6499152360308710121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2009/07/por-vezes.html' title='Por vezes....'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SmUvjqrM9II/AAAAAAAAAI0/8R5irlxpwxY/s72-c/EDIT0272BLOG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-6160647951825430404</id><published>2008-11-08T01:42:00.008Z</published><updated>2010-08-27T23:40:01.595+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>Nas Aulas Violas (IV)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SROZsV2VhlI/AAAAAAAAAIM/QV8O37srDF8/s1600-h/BLOG.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SROZsV2VhlI/AAAAAAAAAIM/QV8O37srDF8/s400/BLOG.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265721376384583250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;ayshynek&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia seguinte, a minha mãe quis que ficasse por casa onde permaneci durante todo o restante dia. Ocupei o tempo ouvindo a versão de António Vargas da peça que tinha a apresentar no final do ano. Era uma obra lindíssima, parecia ouvir-se os pássaros cantar, o vento cruzar as folhagens de um campo alegre e verde na calma do som de um pequeno e calmo riacho viajar sobre o seu leito. As lágrimas floresciam lentamente sobre o rosto sem que eu percebesse bem o porquê visto agora estar em segurança, pelo menos pensava eu que sim. A minha mãe neste dia chegou um pouco mais cedo, não se sentia bem no trabalho e decidiu fechar a loja para aproveitar mais um pouco de tempo comigo. Tinha-me convidado para a sua companhia na loja mas preferi nem sair e ela não me desfez a vontade. Quando chegou a casa aconchegou-me no seu regaço sobre a minha cama onde adormeci sobre os seus dóceis carinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um bruto bater de porta acordamos em sobressalto, pensamos ser uma vizinha pedindo um simples pé de salsa. Fazendo um movimento de quem se vai levantar minha mãe disse: "Deixa-te estar, eu vou lá." E assim foi, ela desceu enquanto eu pensava no tudo que é nada. Do abrir da porta só ouvi um "Ainda bem que veio." e durante o seguinte quarto de hora nada mais ouvi, não é que estivesse atento mas estava distraidamente penetrado no meu pensamento. Ao fim deste tempo comecei a estranhar tal silêncio e decidi dar voz à minha veia de curiosidade e saí do quarto para ver com quem curricava minha mãe à tanto tempo. Quase a chegar à escadaria senti um forte cheiro a álcool e mentol, parecia um cheiro a produto de limpeza de farmácia, estranhei por não ser habitual mas continuei o meu percurso. A meio da escadaria, num repentino movimento o meu corpo estremeceu, o meu olhar tinha-se prendido num corpo estendido no chão e em milésimos de segundo reconheci-o, era a minha mãe deitada como morta. O meu corpo tremia e a minha mente delirava na sua totalidade ao mesmo tempo que da sala se ouvia o som de pedras de gelo num copo. Num acto de defesa subi silenciosamente as escadas enquanto tentava perceber o que se passava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando ao quarto e seguindo os conselhos entronizados na mente pelas palavras constantes da minha mãe tranquei a porta do quarto, pendurei um casaco na maçaneta para tapar o buraco da fechadura e procurei o telefone. Entre gestos silenciosos percebi que tinha ficado o telefone na sala de estar, procurei pelo telemóvel que provavelmente estaria dentro da mala da minha mãe, o problema foi quando me deparei que estaria, a mala, pousada na cozinha. Naquele quarto pouco poderia fazer pois as janelas ficavam viradas para o jardim da casa, ainda tentei pela janela ver se algum vizinho estava pelo jardim para o tentar alertar mas por estas horas deveriam estar a jantar e já a noite caia por natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As horas passavam eu ali de mãos atadas sem saber o que fazer. A minha mente encorajava me em ser forte para tentar chegar à cozinha, o meu nervosismo fazia tremer-me o corpo tornando-o fraco e inútil e o meu medo, esse, esse nem um movimento me permitia. Eu sabia que tinha que contactar alguém, mas não sabia se era um bandido ou um bando deles, o quarto podia estar a ser minado com gente à cuca ou então podia já estar a casa vazia e já terem levado tudo. O pior de tudo é que sabia que a minha mãe podia estar morta ou a morrer estendida no chão da sala e eu ali sem fazer nada. Foi neste aspecto onde ganhei força e decidi tentar chegar à cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri silenciosamente o quarto e com toda a cautela saí, ninguém estava no corredor dos quarto, um alívio que me soava como ter ganho a primeira etapa. Em pés de pantufas fui descendo as escadas sem fazer um ruído que fosse com um intuito de vitória na tentativa de agarrar o telemóvel. Fui descendo lentamente e nem olhava para nenhum lado, forma de eliminar o medo e de estar mais atento à missão que tinha em mãos. Tentativa falhada, já quase na útilma escada oiço chamar-me, fui visto. O meu comando de movimento não reagiu mais aos meus pedidos, a mente bloqueou e lentamente o corpo se escorreu pela parede até cair sentado na escada. Era ele, o professor! Aproximou-se, com a mão sobre o meu ombro disse: "Eu avisei-te Diogo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui capaz de reagir, enquanto brutamente me puxada eu sentia-lhe um intenso cheiro a álcool juntamente com um outro cheiro parecido a incenso e charuto ao mesmo tempo que na minha mente soava o sentimento de culpa por ter contado o que se passava, senti-me inútil e incapaz. Olhei-o, tinha os olhos vermelhos, um aspecto pálido e agressivo. Quando cheguei à sala, a arrastão, as lágrimas floresceram como gotas cruas de sangue. Parecia dormir, imóvel, inútil, incapaz, inconsciente, imobilizada, na boca um pano branco manchado talvez um lenço, um pé preso a cada perna da cadeira, as mãos atadas sobre as costas, o tronco amarrado nas costas da cadeira, uma saia carmesim com muita roda e uma camisa muito ornamentada comprada numa loja em Viena. Penso que nunca mais vou esquecer esta imagem, que, meia turva se alojou no meu olhar fechado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empurrou-me contra o sofá, já não sentia nada. Não chorei, não me doeu, não me impressionei, tudo parecia não me magoar mais ou que, talvez, o meu sentimento tivesse esgotado e agora era mais um com calhau em lugar de coração, um insensível. Assoberbou um copo de Whisky e passou-mo para a mão e num tom atropelado dizendo: "Vamos brincar um pouco, agora é a minha vez de brincar!"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-6160647951825430404?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/6160647951825430404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=6160647951825430404' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/6160647951825430404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/6160647951825430404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/08/nas-aulas-violas-iv.html' title='Nas Aulas Violas (IV)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/SROZsV2VhlI/AAAAAAAAAIM/QV8O37srDF8/s72-c/BLOG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-1867772872067714248</id><published>2008-03-27T18:21:00.011Z</published><updated>2010-01-22T01:15:54.254Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>Nas Aulas Violas (III)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R-w735xMTzI/AAAAAAAAAGU/Vq0YKkhdT4Y/s1600-h/IMG_0559BLOG.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R-w735xMTzI/AAAAAAAAAGU/Vq0YKkhdT4Y/s400/IMG_0559BLOG.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182583102782590770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de&lt;/span&gt; &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;Ayshynek&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="width: 300px;"&gt;&lt;object width="300" height="110"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/T3pYevdWLJ"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/T3pYevdWLJ" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="300" height="110"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding: 1px; background-color: rgb(230, 230, 230);"&gt;&lt;div style="padding: 4px 4px 0pt 0pt; float: left;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/embedsearch/E6E6E6/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;form method="post" action="http://www.imeem.com/embedsearch/" style="margin: 0pt; padding: 0pt;"&gt;&lt;input name="EmbedSearchBox" type="text"&gt;&lt;input value="Search" style="font-size: 12px;" type="submit"&gt;&lt;div style="padding-top: 3px;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=0&amp;amp;ek=T3pYevdWLJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/152/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=1&amp;amp;ek=T3pYevdWLJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/153/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=2&amp;amp;ek=T3pYevdWLJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/154/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=3&amp;amp;ek=T3pYevdWLJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/155/10/T3pYevdWLJ/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entrando em casa o meu primeiro intuito foi tomar um banho, pois sentia o corpo repelido de mim mesmo. Retirei a roupa para um saco que, fechado, despejei no lixo. Entrei na banheira, abri a água que sem tempo para aquecer a conheci gélida, sobre mim friamente escorreu mas, no entanto, o sentimento foi de conforto e frescura. Senti a alma refrescada e o corpo ser liberto daquela camada nojenta tresandando de um odor forte a sexo indesejado. Durante o banho decidi encher a banheira, deitar-me e num ápice decidi acabar com tudo numa vez só. Mergulhei água dentro aguentando a respiração o mais que podia para chegar à asfixia. Durante esse curto período coisas várias se passaram na mente, os momentos felizes de sorrisos, os tristes de lágrimas e dor, o meu enterrado pai, a minha mãe! Nesse momento soou um austero “NÃO!” no eco do fim da vida, e, quase engolindo água abruptamente saí da banheira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chegada minha mãe a casa, não tive coragem de lhe contar o que se passava comigo. Atentamente, ela olhou-me de olho fito parecendo de tudo saber e interpelou-me “Diogo Duarte o que é esse vermelhão na cara e esse lábio rasgado? Nunca foste miúdo de brigas e agora andas à pancada? Onde foi isso, na escola? Com quem foi?” A minha resposta seria uma instintiva mentira omitindo os verdadeiros factos que me afectavam, mas somente consegui dizer “Mãe…” Neste momento as lágrimas atiraram-se sobre o rosto como suicídio de alguém perturbado num abismo, o fluxo nasal libertou-se e as palavras salivadas não saíram mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Num movimento suave, minha mãe aconchegou-se sobre seu peito. Admito ter sentido algum medo dela até mas logo me acalmei e me deixei ser confortado no seio maternal. No meio deste clima tenso contei-lhe algumas das verdades. Na verdade e mesmo até à sua morte eu nunca fui capaz de lhe contar tudo o que se tinha passado, acho que tive um pouco de vergonha e depois os anos passaram e nunca mais tive oportunidade de o fazer. Contudo que lhe contei ela ficou chocada e achando-se inútil, má educadora, má mãe por não me ter livrado de um sofrimento silencioso destes e disse-me: “ Filho a mãe está aqui para tudo, já devias ter contado para que a mãe te pudesse ajudar” A minha resposta foi repentina e simples “Desculpa mãe, prometo que…”, “Xiu…a mãe vai tratar de tudo. Vou ligar para a escola para falar com o professor”, rapidamente lhe pedi que o não fizesse mas ignorou o meu pedido e aquando se levantava para o telefonema ainda tentei impedi-la agarrando-lhe o braço mas foi inútil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Para além da sua loucura tinha uma capacidade de interpretação e uma calma genial. Durante o telefonema manteve uma voz calma e serena com uma simpatia formidável, disse que desejava falar com o professor Alberto Marques com alguma urgência. Quando a questionaram sobre o motivo, prontamente respondeu que eu não andava muito bem e que quereria pedir ao professor, se possível, que reduzisse a matéria e talvez, também, a carga horária. No fim do telefonema usou a naturalidade perguntado à Conceição, a recepcionista, se estava tudo bem com ela e pedindo que não se esquecesse de falar ao professor. Agradeceu, despediu-se e pousou o telefone.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de ayshynek&lt;br /&gt;Edição Musical de &lt;a href="http://ayshynek.imeem.com/"&gt;Ayshynek&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-1867772872067714248?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/1867772872067714248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=1867772872067714248' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/1867772872067714248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/1867772872067714248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/03/fotografia-de-ayshynek-entrando-em-casa.html' title='Nas Aulas Violas (III)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R-w735xMTzI/AAAAAAAAAGU/Vq0YKkhdT4Y/s72-c/IMG_0559BLOG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-5007357985308848105</id><published>2008-03-13T22:17:00.010Z</published><updated>2009-05-08T03:51:43.046+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>Nas Aulas Violas (II)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R9mrbY_2S7I/AAAAAAAAAGA/XfC4yKnQFrM/s1600-h/Mablog.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R9mrbY_2S7I/AAAAAAAAAGA/XfC4yKnQFrM/s400/Mablog.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177357733694163890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeira parte&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://ayshynek.blogspot.com/2008/03/nas-aulas-violas-i.html"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="width:300px;"&gt;&lt;object width="300" height="110"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/uzbidlsbWJ"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/uzbidlsbWJ" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="110" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="background-color:#E6E6E6;padding:1px;"&gt;&lt;div style="float:left;padding:4px 4px 0 0;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/embedsearch/E6E6E6/" border="0"  /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;form method="post" action="http://www.imeem.com/embedsearch/" style="margin:0;padding:0;"&gt;&lt;input type="text" name="EmbedSearchBox" /&gt;&lt;input type="submit" value="Search" style="font-size:12px;" /&gt;&lt;div style="padding-top:3px;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=0&amp;ek=uzbidlsbWJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/152/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=1&amp;ek=uzbidlsbWJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/153/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=2&amp;ek=uzbidlsbWJ" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/154/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=3&amp;ek=uzbidlsbWJ" rel="nofollow" &gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/155/10/uzbidlsbWJ/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;O professor Alberto era casado com uma educadora de infância mais nova do que ele treze anos, uma senhora menina dócil e meiga. Nela via-se bem o verdadeiro gosto pelas crianças. Alberto, o professor, era também conhecido por ter um gosto especial por crianças, e, mentira não era pois gostava até de mais!&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Nos dias seguintes fiz por estudar o mais que pude para não cair na boca do lobo durante as aulas, mas o nervosismo entre aquela pressão psicológica disparava e lá era eu caído nas garras do animal sendo obrigado a segurar naquele membro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;semi&lt;/span&gt;-flácido massajando-o até que se formasse hirto. Sobre este assunto nunca fui capaz de o contar a alguém que fosse e esta situação foi-se prolongando. Com o tempo fui-me costumando e ganhando frieza à situação, aprendi a relaxar, controlar e ao fim de dois anos de aulas de piano e tortura já consegui que não mais me enganasse no estudo. Eu tinha agora dez anos, já estava na terceira semana sem lhe tocar e assim continuou durante um mês e meio. Sentia-me por completo aliviado mas com receio que retornasse.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Certo dia, senti-me forte, corajoso e capaz, confrontei-o com a situação dizendo-lhe que não achava bonito o jogo que fazíamos e que o não queria voltar a jogar. Perguntou-me se tinha contado a alguém este nosso, forçado, segredo. A minha resposta foi verdadeira, disse que não mas que se o voltássemos a fazer eu contaria à minha mãe. Nesse momento a sua grande mão disparou soando por toda a sala e embatendo na minha face, nunca antes me tinha agredido. As lágrimas fluíram-me sobre o rosto de tão dolorosas que se assemelhavam a suores frios. Imperou-me que fosse silencioso, pois caso o não fosse seria bem pior para mim. Entre estas palavras agarrou-me na cabeça dizendo:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Agora vais perceber que eu gostava de ti e não merecia o que me fizeste. Vais pagar por isso!&lt;/span&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Com as mãos sobre a nuca empurrou-me a cabeça contra o seu pénis mole, ali permaneci imóvel e quando por motivos da natureza me engasgava da violência recebia gentis bofetadas e empurrões para que não fizesse barulho. Num movimento brusco arrancou-me as calças e introduziu aquele deplorável membro em mim ao mesmo tempo que me impedia qualquer gemido.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A dor foi muito forte e não parava de aumentar, na garganta parecia ter um nó de tão apertada a situação em que estava compelido. Não fiz um único gemido, nem sequer me consegui mexer. Na sala só se ouvia a sua respiração ofegante de raiva, as lágrimas caírem-me do rosto sobre as teclas e algumas cordas do interior do piano a soarem com a brutalidade dos movimentos. Quando terminou largou-me sobre o chão mandando-me vestir e ameaçou-me sobre a possibilidade de contar a alguém o que quer que fosse. Levou-me até à recepção da escola, e como sempre, despediu-se de mim com um acenar de mão sobre os meus cabelos dizendo simpaticamente: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A aula foi boa, na quinta-feira quero isso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;perfeitinho&lt;/span&gt;. Estuda muito! Até Quinta!&lt;/span&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Edição Musical de&lt;a href="http://ayshynek.imeem.com/"&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Partes &lt;st1:personname productid="em falta III" st="on"&gt;em  falta III&lt;/st1:personname&gt;, IV, V e VI&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-5007357985308848105?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/5007357985308848105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=5007357985308848105' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/5007357985308848105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/5007357985308848105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/03/fotografia-de-ayshynek-primeira-parte.html' title='Nas Aulas Violas (II)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R9mrbY_2S7I/AAAAAAAAAGA/XfC4yKnQFrM/s72-c/Mablog.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-1854801120801407597</id><published>2008-03-09T01:27:00.010Z</published><updated>2010-01-22T01:10:11.103Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>Nas Aulas Violas (I)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R9M9To_2S6I/AAAAAAAAAF4/ZNSeJCCnb4A/s1600-h/IMG_0629EDIT.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R9M9To_2S6I/AAAAAAAAAF4/ZNSeJCCnb4A/s400/IMG_0629EDIT.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175547804410858402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="width: 300px;"&gt;&lt;object width="300" height="110"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/M8bTAL_BzC"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/M8bTAL_BzC" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="300" height="110"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding: 1px; background-color: rgb(230, 230, 230);"&gt;&lt;div style="padding: 4px 4px 0pt 0pt; float: left;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/embedsearch/E6E6E6/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;form method="post" action="http://www.imeem.com/embedsearch/" style="margin: 0pt; padding: 0pt;"&gt;&lt;input name="EmbedSearchBox" type="text"&gt;&lt;input value="Search" style="font-size: 12px;" type="submit"&gt;&lt;div style="padding-top: 3px;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=0&amp;amp;ek=M8bTAL_BzC" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/152/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=1&amp;amp;ek=M8bTAL_BzC" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/153/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=2&amp;amp;ek=M8bTAL_BzC" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/154/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=3&amp;amp;ek=M8bTAL_BzC" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/155/10/M8bTAL_BzC/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo começou em Viena quando passeava com minha mãe, tinha sensivelmente cinco anos de idade. Tínhamos abalado às compras, lembranças do Carnaval que passamos. Entre o cinza da pedra e o escarlate dos telhados compramos várias chinesices na companhia da Laidinha, esposa do casal que nos acompanhava sempre que viajávamos. Neste passeio a minha vida mudou, na rua havia visto três músicos tocando violoncelo, guitarra e acordeão deslumbrando o momento parei e senti que era aquilo que queria para mim, música! Assim foi, quando chegados a Portugal o meu pai tratou de me oferecer aulas de música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro dia, algo difícil de esquecer, paredes brancas, senhoras de saia travada e laçarote ao pescoço, homens de fato e algumas idosas com xailes de organza e umas vestes menos comuns. Sandra Dupond e Sónia Soares, professoras de iniciação, integração e apoio musical, olhos grandes, lábios finos, a vida vincada no rosto assim se fazia corpo àqueles seres dóceis, meigos e afáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fim de dois anos fui obrigado a escolher um instrumento musical, eu estava decidido era Piano e assim foi. Professor Alberto Marques de trinta e nove anos era o meu orientador musical, muito meigo e simpático, disponível sempre que possível, dedicado e com um óptimo método de estudo. Eu tinha agora oito anos e estava completamente empenhado em trabalhar mais e mais não fosse a morte de meu pai, um acto alienígena matou-o de forma invisível, dura e intemporal. Neste período perdi o controle das minhas capacidades e estudos e as minhas notas desceram a níveis únicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa o clima havia ficado intenso, minha mãe enlouqueceu, a família tinha-se afastado de mim, na escola sentia-me só, na rua sentia-me olhado, os amigos tinham-me rejeitado mas o professor apoiou-me o mais que pode, aproximou-se de mim acariciando a nuca, os ombros, as orelhas e o rosto. Ao nível que a nossa proximidade evoluiu falávamos um pouco sobre tudo e ele já me abraçava e acariciava as pernas. Contudo chegou o dia em que me acariciou os genitais, eu fiquei hirto sem saber o que fazer com algum medo mas mantive-me quieto. Com sua mão sobre a minha elevou-a até à sua zona pecaminosa e disse-me “A partir de hoje vamos fazer um jogo, sempre que errares vais mexer-lhe”, eu estremeci e fiquei nervoso. Nesse dia, chegado a casa, fechei-me no quarto e chorei. O mundo acabava de desabar por completo sobre mim, as cores eram negras, o sol escuro e a música sombria tudo parecia não fazer parte de uma vida simples e normal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="width: 300px;"&gt;&lt;object width="300" height="110"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/5cj4RgivEM"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/5cj4RgivEM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="300" height="110"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding: 1px; background-color: rgb(230, 230, 230);"&gt;&lt;div style="padding: 4px 4px 0pt 0pt; float: left;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/embedsearch/E6E6E6/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;form method="post" action="http://www.imeem.com/embedsearch/" style="margin: 0pt; padding: 0pt;"&gt;&lt;input name="EmbedSearchBox" type="text"&gt;&lt;input value="Search" style="font-size: 12px;" type="submit"&gt;&lt;div style="padding-top: 3px;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=0&amp;amp;ek=5cj4RgivEM" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/152/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=1&amp;amp;ek=5cj4RgivEM" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/153/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=2&amp;amp;ek=5cj4RgivEM" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/154/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=3&amp;amp;ek=5cj4RgivEM" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/155/10/5cj4RgivEM/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de Ayhynek&lt;br /&gt;Edição Musical de Ayshynek&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-1854801120801407597?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/1854801120801407597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=1854801120801407597' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/1854801120801407597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/1854801120801407597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/03/nas-aulas-violas-i.html' title='Nas Aulas Violas (I)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R9M9To_2S6I/AAAAAAAAAF4/ZNSeJCCnb4A/s72-c/IMG_0629EDIT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-2485125400088330322</id><published>2008-02-28T10:10:00.009Z</published><updated>2008-12-11T05:39:12.065Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fábulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><title type='text'>À Luz do dia na Cidade d'Ouro!   (Parte II)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R8aZvlNTBVI/AAAAAAAAADw/Mbif6JVGASA/s1600-h/RamBLOGUPDATE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R8aZvlNTBVI/AAAAAAAAADw/Mbif6JVGASA/s400/RamBLOGUPDATE.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171990264802379090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/luz-do-dia-na-cidade-douro.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeira parte AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estávamos no Cais d'Ouro, ela com os pais dela, eu com os meus, não nos podemos despedir. A dureza dos pais da Cláudia não deixou que nos aproximasse-mos. Partimos sem saber se nos voltaríamos a encontrar, tudo tinha sido tão intenso que eu não sabia nem o que sentia com toda esta situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apanha-mos um Táxi em direcção ao hotel, nunca tinha visto um assim, era amarelo com duas linhas em preto e por dentro era de madeira trabalhada no tecto e nos alicerces do tejadilho. Chegamos ao hotel e fui conhecer o meu quarto, as paredes eram em azulejo esmaltado com motivos florais em dourado, o chão era como a calçada tradicional portuguesa mas em vermelho e preto e a cama era em talha dourada com cortinas em organza. Descartei as malas e aproveitei para descansar daqueles balanços e contrabalanços do barco. Dormi toda a tarde e noite também. Sonhei com aquele corpo esguio de cabelo loiro, pele branca e olhos esverdeados com azul petróleo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na manhã seguinte acordei por volta das nove horas, era cedo mas o sol já raiava com todo o seu vigor. Tomei um duche bem fresco entre aromas de jasmim e takahachi. Desci ao átrio central ao ar livre onde serviam o pequeno-almoço, os meus pais já lá estavam, eu sentei e naturalmente degluti aqueles sabores quentes e afrodisíacos. Aquando terminava de beber o meu refresco de leite de cabra tive uma breve visão de um corpo magro, pequeno de um loiro cintilante, estremeci e na minha mente só ouviu uma voz que me dizia: “É a Cláudia, vai lá!”, nisto apercebi-me do ridículo e sem querer fugiram à mesa as seguintes palavras “Não sejas parvo, há mais dez hotéis aqui na ilha…”, os meus pais olharam-me e eu tentado cara de inocente sorri-lhes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Durante a tarde fiz-me acompanhar da minha máquina fotográfica para captar alguns momentos, estava entretido e decidi sair do quarto para fotografar os espaços do hotel, fui ao salão dos narguilés, salão de jogos e todos os demais. Decidi então fotografar o adro dos pequenos-almoços, dirigi-me ao trifório e preparei a máquina, num olhar simples vi novamente aquele corpo passear sobre os jardins apalaçados do átrio, rapidamente foquei a máquina e tirei fotografias. Quando vi o LCD não queria acreditar, era Cláudia sem margem para dúvidas e como ela estava só, fui ter com ela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando me viu sorriu mas não mostrou muito espanto, falamos e disse-me já ter visto os meus pais deambular pelos corredores do trifório e tirando fotografias sentados nos contrafortes exteriores. Vagueamos um pouco e numa loja (sala) mais sombria o nosso corpo curvou-se em forma de beijo, lábios tão macios nunca antes tinha sentido. Loucura! Não perdemos tempo em agarrar-nos e apertarmo-nos sentido a intensidade de dois corpos, sob a sua timidez paramos e passeamos até ao meu quarto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Entramos, sentamos, falamos, sorrimos, beijamos e, e… deitados sobre a cama olhando o sol quente sobre as palmeira introduzidas numa decoração excessivamente floral. Naturalmente os nossos corpos foram se aproximando, sem ser propositado comecei a tocar-lhe sobre a barriga e a brincar com o umbigo. Inocentemente e instintivamente a minha mão escorreu lhe sobre o corpo, sobre as zonas lombares, sobre os braços, sobre o pescoço e sobre os seios delicados. Quando lhe toquei os seios estranhou e olhou me com ar estranho, fiquei envergonhado mas tranquilizou-me passando as mãos pelo meu corpo. Ali fizemos pela primeira vez aquilo que podemos chamar carnalizar o amor, sob a luz do dia na Cidade d’Ouro!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Chegamos atrasados para jantar mas com um sorriso muito estranho sobre os rostos de pessoas completas! Assim se construiu o que ainda hoje dura e já passaram alguns anos. É tão bom sorrir…&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto de Ayshynek&lt;br /&gt;Música e letra original de &lt;a href="http://musicologo.blogspot.com/"&gt;Tiago Videira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Voz de &lt;a href="http://ayshynek.imeem.com/"&gt;ayshynek&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-2485125400088330322?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/2485125400088330322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=2485125400088330322' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2485125400088330322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2485125400088330322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/luz-do-dia-na-cidade-douro-parte-ii.html' title='À Luz do dia na Cidade d&apos;Ouro!   (Parte II)'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R8aZvlNTBVI/AAAAAAAAADw/Mbif6JVGASA/s72-c/RamBLOGUPDATE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-8125330863796279051</id><published>2008-02-22T00:24:00.002Z</published><updated>2008-12-11T05:39:12.366Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fábulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><title type='text'>À Luz do dia na Cidade d'Ouro!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R73wF1NTBRI/AAAAAAAAADM/jY-eLPBEzPc/s1600-h/EDIT0040BLOG.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R73wF1NTBRI/AAAAAAAAADM/jY-eLPBEzPc/s400/EDIT0040BLOG.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169551930264061202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.devianart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="80" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/O-UnUK_BXD"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/O-UnUK_BXD" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="80" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Acabados de atracar após três semanas de viagem estávamos na Cidade d’Ouro, uma ilha em perpendicular à fronteira entre Yemen e Oman. Eu olhando em meu torno havia ficado completamente fascinado. Ela, ela tinha um brilho especial nos olhos ao deslumbrar-se neste local. A cidade era cheia de brilhos e arrebiques do barroco oriental, jardins com espelhos de água, muitas cúpulas, minaretes, madrasas, obeliscos, marcos e palmeiras. Um local de fascínios onde a cor predominante era ouro antigo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É no ar quente desta viagem que a nossa vida se cruza, eu teria cerca de dezasseis anos e ela teria nada mais que a mesma idade. Havíamo-nos cruzado umas vezes na biblioteca do barco e coincidentemente líamos sobre a mesma coisa, ora sobre música, ora sobre arte. Também por vezes eu via-a no bar, pelo final do jantar, a beber um sumo ou uma água acompanhada pelos pais. Certa noite quando nos encontrávamos na biblioteca sentamo-nos lado a lado a ler uma revista sobre arquitectura da arte moderna. Trocamos umas palavras até que começamos a discutir algumas questões que nos levaram a uma conversa prolongada que durou até de manhã. Desde essa data ficamos conhecidos mas às escondidas dos pais dela que não gostavam da ideia de amigos rapazes. Falamos várias vezes sobre tudo um pouco, sobre nós, sobre namoros e sobre formas de captar a atenção de alguém.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Faltavam dois dias para atracarmos na ilha e era hoje dia de festa, ela fazia anos. Os pais já tinham tratado de tudo com o cozinheiro e com o comandante, fez-se um grande jantar e um bolo enorme para toda tripulação. Quando o bolo chegou toda a gente ficou estupefacta, o bolo era cor-de-rosa e em seu torno dizia “Parabéns Cláudia”. Pela primeira vez eu sabia seu nome, fiquei tempos infinitos a pensar como o nome Cláudia era bonito e encaixava bem naquele corpo esguio. Os meus pais foram convidados para participar da fatia de bolo e eu também mas não fui, esperava um convite mais personalizado. Fiquei um pouco a ver a festa e fui deitar-me.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na manhã seguinte, por debaixo da porta do meu quarto tinham deixado um pequeno bilhete sem remetente, dizia “Estou agora deitada a ver a estrelas, está a ser muito bom mas seria perfeito se tu estivesses aqui.”. O meu coração disparou e percebi que era verdade, estava a ser correspondido a algo que nunca tinha sentido. Nesse mesmo dia fiz questão de felicita-la e de falarmos sobre este bilhete. Tudo ficou sobre efeito de fantasia entre nós, durante a noite no bar chegamos a cruzar os dedos das mãos e junto ao corrimão do barco chegamos até a tocarmos na perna um do outro. Assim terminamos a ultima noite no barco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(CONTINUA…)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Texto de&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Edição musical de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://ayshynek.imeem.com/"&gt;ayshynek&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-8125330863796279051?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/8125330863796279051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=8125330863796279051' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/8125330863796279051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/8125330863796279051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/luz-do-dia-na-cidade-douro.html' title='À Luz do dia na Cidade d&apos;Ouro!'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R73wF1NTBRI/AAAAAAAAADM/jY-eLPBEzPc/s72-c/EDIT0040BLOG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-388563861106634645</id><published>2008-02-17T15:58:00.008Z</published><updated>2008-12-11T05:39:12.670Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fábulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><title type='text'>Sonho de menino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R7hchlNTBQI/AAAAAAAAADA/eB2kS-6TMtI/s1600-h/IMG_0622BLOG.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R7hchlNTBQI/AAAAAAAAADA/eB2kS-6TMtI/s400/IMG_0622BLOG.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167982304400966914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="300" height="80"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/1iGcG7otQp/aus=false/"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/1iGcG7otQp/aus=false/" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="80" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Era menino, tinha nascido há pouco, somente tinha cinco anos de idade e adora brincar. Era muito pacato, toda a gente brincava com o seu sorriso aberto e as suas bochechas largas. Tinha voz de anjo e cara de reguila, tudo nele eram extremos. Ora hoje estava o dia inteiro em casa a brincar com coisas pequenas ou então estava armado em mecânico e destruía tudo o que encontrasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um fascinado! Tudo lhe fazia arregalar os olhos. Quis ser trolha, condutor, pescador, desenhador, pintor, musico, artista de palco, quis muita coisa! O seu sonho era poder ser tudo, sonhava pisar os palcos e fazia-o com a sua graça e talento, sonhava ser trolha e ajudava o pai e os tios nessas coisas, desejava pescar e fazia-o nas tardes passadas na Foz do Douro, queria ser desenhador e desenhava tardes inteiras e pintava e riscava, queria ser musico aprendeu piano e voz, teatros e teatrinhos não lhe faltaram para a experiência, cobiçou ser escritor e estou agora a escrever este texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhei os sonhos da vida que me fizeram crescer a massa que é hoje corpo flácido num dia cansado e intelectualmente preso. O sonho foi algo que me fez crescer os ossos e a estrutura que é hoje dura, do leite o cálcio de Deus a alma, assim se forma um ser de pó lácteo para dar a comer ao "bichinhos da terra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhei os sonhos da vida que me fazem voar e crescer. Fazem-me grande e sincero, pequeno e mentiroso, gordo e bonito, magro horrendo. São sonhos meus e sonhos teus. Sonha comigo, sim tu, tu que acompanhas o meu escrever...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorei tanto quanto tu! E corri... Só olhei para trás uma vez, e, corri...&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de Ayshynek&lt;br /&gt;Edição Musical de &lt;a href="http://ayshynek.imeem.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-388563861106634645?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/388563861106634645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=388563861106634645' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/388563861106634645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/388563861106634645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/sonho-de-menino.html' title='Sonho de menino'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R7hchlNTBQI/AAAAAAAAADA/eB2kS-6TMtI/s72-c/IMG_0622BLOG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-4136946677306376897</id><published>2008-02-13T19:04:00.011Z</published><updated>2008-12-11T05:39:12.818Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><title type='text'>As coisas que fiz, as coisas que penso!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R7NOBVNTBPI/AAAAAAAAAC4/FPV5JET_IBw/s1600-h/Blog+File+12.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R7NOBVNTBPI/AAAAAAAAAC4/FPV5JET_IBw/s400/Blog+File+12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166558982303843570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fotografia de &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;ayshynek&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="300" height="80"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/ASd3iIPfMq/aus=false/"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/ASd3iIPfMq/aus=false/" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="80" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Nasci em 1924 no mês de Fevereiro mas só em Março os meus pais puderam registar-me. Como sempre naquela época gostava-se de registar os filhos na cidade natal dos progenitores e os  meus  não fugiram à regra,   preferindo esperar até terem melhores condições  monetárias para me registar em Espinho,   mas a minha cidade natal  é Matosinhos. Altura de guerras e sofreguidão foi o ano  em que nasci,   os meus queridos pais fizeram de tudo para que eu tivesse um bom começo de vida e coitados dos infelizes que tiveram que tirar à boca para me dar a mim. Triste vida! O meu pai tinha sido despedido, era pintor e fazia coisas lindíssimas, conseguia até imitar madeira com as tintas, mas um dia o meu avô sentiu se mal e o meu pai queria deita-lo lá no trabalho, sim eles trabalhavam juntos, e o rapazito que tinha as chaves estava-se a armar em esperto com ele, o meu pai danado deu-lhe um tareia que ele ficou oito dias de cama, a mim pareceu-me mais manha dele mas o meu pai preferiu vir-se embora e ser despedido a ter de pagar os dias em que o rapazito esteve acamado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de ser miúda e tinha os meus irmãos mais velhos e a minha irmã mais nova, saí tão fraquinha, repare-se que ela já andava eu gatinhava. Os meus pais não baixaram os braços e pediram ao meu Tio Francisco, um que tinha umas praias balneares, ali eu tomava uns banhos com os empregados dele. Assim comecei a melhorar o meu andar. Era tão bonito ver o fundo do mar, lembro-me de o ver tão azul com reflexos brancos. Ficou para sempre na minha memória!&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Também não esqueço aquela vez em que ia brincar toda contente, devia ter cerca de sete anos, tanto corri que caí a um poço e foi uma sorte, se eu não tivesse gritado tanto seria ali o meu fim, mas Deus não quis assim. Houve uma vizinha da minha mãe que foi a correr lá a casa e disse-lhe &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;'Maria do Frade, anda lá ver que a tua menina caiu ao poço'&lt;/span&gt;, coitadinha veio ela a correr para me socorrer.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Outra que nunca mais esquecerei foi a morte da minha mãe, tanta pena tenho eu dela, sofria tanto dos ossos. As camas naquela altura eram feitas género de palha e aquilo fazia covas, a minha querida mãe como se não conseguia mexer caso caísse ao buraco pediu-me para dormir com ela. Assim foi, desde essa altura passei a dormir sempre com ela, dormia com os joelhos encostados às costas dela para que ela não caísse na cova. Todas as manhãs a Tia Maria, uma prima da minha mãe, acordava-nos com o seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;'&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bom dia!&lt;/span&gt;'&lt;/span&gt; pela pequena janelinha da porta. Um dia ela acordou-me com os seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bom dia&lt;/span&gt;, eu fui e abri-lhe a porta e disse:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bom dia Tia como vai?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-style: italic;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;-A tua mãe?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-style: italic;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;-Ainda dorme…&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-style: italic;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;-Oh filha, não dorme não, dorme sim o sono eterno…&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;E era verdade, era a minha mãe que todas as manhãs respondia em primeiro lugar mas nesse dia não aconteceu e a minha tia percebeu logo o que se passava. Realmente minha mãe tinha-me pedido para falar com a minha irmã Alice durante a madrugada, porque queria falar com ela com urgência coisa que nunca tinha acontecido, mas a minha irmã dormia como uma pedra e a minha mãe disse-me &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Deixa lá filha, deixa lá…dorme!”&lt;/span&gt;. O engraçado é que ela estava quente quando eu saí da cama, talvez tivesse acabado de morrer… Nunca mais esquecerei!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Texto de Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Musica Editada por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;a href="http://ayshynek.imeem.com/"&gt;Ayshynek&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-4136946677306376897?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/4136946677306376897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=4136946677306376897' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/4136946677306376897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/4136946677306376897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/as-coisas-que-fiz-as-coisas-que-penso.html' title='As coisas que fiz, as coisas que penso!'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R7NOBVNTBPI/AAAAAAAAAC4/FPV5JET_IBw/s72-c/Blog+File+12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-4797567036368727322</id><published>2008-02-07T19:44:00.003Z</published><updated>2008-12-11T05:39:13.125Z</updated><title type='text'>Querido, Impacto!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6tfxyuR0dI/AAAAAAAAACQ/80KWm86Xwl0/s1600-h/IMG_2713B.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6tfxyuR0dI/AAAAAAAAACQ/80KWm86Xwl0/s400/IMG_2713B.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5164326706744512978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paço da Boa Nova 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="300" height="80"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/sC5RIbTft2/aus=false/"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/sC5RIbTft2/aus=false/" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="80" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ler e ouvir calmamente&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(TRIM... TRIM...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;/span&gt;Morreu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ahhh!?!? Gritou do outro lado da linha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Calma, tu tem calma. Sei que o amas mas, pensa nos miudos na tua mãe eles precisam de ti! Calma, por favor, tu tem calma. Sabes que estou aqui para tud...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras começaram a baixar agora não ouvia nada mais que um eco que lhe dizia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"consegui, tirei-to, ele morreu, estás só"&lt;/span&gt;. A mente tinha-se prendido neste eco desconfortante ,já nada se ouvia do outro lado da linha. As lágrimas corriam, o corpo tremia e o coração palpitava, tudo parecia mentira. A curiosidade optica moveram uma atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou já para aí!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas?!...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Bip Bip Bip...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deciciu firmemente mas com dúvidas, rápidamente contou ao filho mais velho o que se passava e saiu de casa. O filho com o desgosto pegou na arma do pai, morreu com um tiro, a mãe saiu e nem dera por nada de tão obececada que estava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de Ayshynek&lt;br /&gt;Musica editada por Ayshynek&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-4797567036368727322?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/4797567036368727322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=4797567036368727322' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/4797567036368727322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/4797567036368727322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/querido-impacto.html' title='Querido, Impacto!'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6tfxyuR0dI/AAAAAAAAACQ/80KWm86Xwl0/s72-c/IMG_2713B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-6756947477395005251</id><published>2008-02-05T16:33:00.000Z</published><updated>2008-12-11T05:39:13.309Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fábulas'/><title type='text'>Passeios Aromáticos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6iRiCuR0bI/AAAAAAAAACA/EuvWD_rfVRU/s1600-h/_MG_0055BLOG.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6iRiCuR0bI/AAAAAAAAACA/EuvWD_rfVRU/s400/_MG_0055BLOG.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163536986812830130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Torre dos Clérigos 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Passavam apenas dois minutos das doze badaladas, escutaram-nas como se solfejassem o grito da Terra. Estavam sentados após um dia cheio de caminhadas e repousavam agora. Tinham vagado o Porto por inteiro, desde Francos à Ribeira não houve lugar que tivesse escapado. Consigo traziam a causa da criação do mundo numa película da sétima arte. Não se sentiam cansados mas o corpo já desistia e os olhos encetavam a pesar, com tudo, insistiam na conversa deitados à Reitoria da Universidade do Porto. Articulavam sobre os Jardins do Palácio, a Torre dos Clérigos, a Ponte D. Luís, a Praça da Batalha, a Casa da Musica e tudo mais que tivessem visto, assim adormeceram.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; Hoje era, justamente, a madrugada de sete de Março, estava frio e chuva, não parecia melhorar. Ali, na Praça dos Leões, dormiam os dois corpos gélidos pela brisa da aurora, sem propósito os corpos foram se achegando e agasalhando, forma instintiva de alguma forma dispersar o frio. Dormiram até o sol raiar por entre as nuvens pesadas de suores nefastos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; Eram sete e meia da manhã, inacreditávelmente o sol já ia alto. Um fecho de luz abriu-se como se patenteasse os corpos húmidos e suados. A imagem parecia produzir um tenebrismo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Caravaggio&lt;/span&gt;, a fachada cinza escuro, os pórticos negros, o chão cinza e um fecho de luz amarelo sobre os dois corpos, um vestido de negro e outro de vermelho. Acordaram alguns momentos depois, o sol encandeava-lhes os olhos e sentiam um cheiro enérgico a sexo. Uma jovem de catorze ou quinze anos, alcoolizada, vertia lágrimas enquanto clamava por mais, ao mesmo tempo, dois homens universitários a abatiam de prazer aproveitando-se da sua tenra idade. Aquele local parecia ser um lugar de “expulsão” nocturna.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Levantaram-se e certificaram o material, a cassete estava pronta, despediram-se e partiram rumo ao seu lugar no seio familiar. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Só mais uma noite só mais uma película&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-6756947477395005251?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/6756947477395005251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=6756947477395005251' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/6756947477395005251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/6756947477395005251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/passeios-aromticos.html' title='Passeios Aromáticos'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6iRiCuR0bI/AAAAAAAAACA/EuvWD_rfVRU/s72-c/_MG_0055BLOG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-5096270185515151959</id><published>2008-02-02T23:56:00.001Z</published><updated>2008-12-11T05:39:13.513Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fábulas'/><title type='text'>Apólogo da menina rica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6UEWyuR0aI/AAAAAAAAAB4/ZVmDbhBNov8/s1600-h/_MG_2948blog.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6UEWyuR0aI/AAAAAAAAAB4/ZVmDbhBNov8/s400/_MG_2948blog.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162537337469653410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Era uma vez uma doce menina afável com uma aparência angelical e uma aura resplandecente. Tinha como nome Ana, Beatriz, Cristina, Deolinda, Eduarda, Francisca, Guilhermina, Helena, Ivone, Joana, Liliana, Maria, Natália, Otília, Patrícia, Quitéria, Rita, Sara, Teresa, Urânia, Valentina, Ximena, Zulmira. De estatura regular, olhos alvos, pele branca e cabelo castanho mel se traçava a sua personagem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A menina era rodeada barregãs e estimados, vivia na ilusão dos sorrisos contrafeitos que geravam a criação de delírios incoerentes. Os seus dotes orientais tinham lhe dado o conhecimento que para bom prato é preciso um bom tempero e assim o fazia. Adulava as coisas à sua guisa e tornava-as distintas, a cada momento que lhes tocava dava-lhes um toque particular. Assim fazias as ser diferentes e especiais, mas, nem tudo pode durar sempre, toda a criança se cansa de ter o mesmo brinquedo e a menina assim o era. Cansava-se rapidamente de dar atenção ao mesmo corpo e ia lentamente deixando-o, trocando-o por outro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A doce jovem cresceu e viu então que o seu número de concubinas e caros tinha dilatado acentuadamente, mas para além de preenchida sabia de um vazio interior que não conseguia explicar. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Entretanto muitos anos se passaram e a jovem ironicamente estava só, sofria de várias doenças mentais como pânico, depressão e esquizofrenia. Na cura das suas doenças encontrou-se no álcool e nas drogas, não teve vivalma que lhe puxasse pelo braço e a trouxesse ao mundo real. Morreu, Ana, Beatriz, Cristina, Deolinda, Eduarda, Francisca, Guilhermina, Helena, Ivone, Joana, Liliana, Maria, Natália, Otília, Patrícia, Quitéria, Rita, Sara, Teresa, Urânia, Valentina, Ximena, Zulmira, morreu da solidão e desgosto que viveu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A sua alma tinha agora a certeza que o muito que tinha não era nada e que o pouco que teve deixou para trás na sua consciência perfeita, agora arrependia-se amargamente dos temperos em pratos diferentes. A sua vida não voltaria mais e o seu corpo já era alimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;“As coisas que fiz e as coisas que pensei”&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;Texto de Ayshynek&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-5096270185515151959?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/5096270185515151959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=5096270185515151959' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/5096270185515151959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/5096270185515151959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/02/fotografia-de-ayshynek-era-uma-vez-uma.html' title='Apólogo da menina rica'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R6UEWyuR0aI/AAAAAAAAAB4/ZVmDbhBNov8/s72-c/_MG_2948blog.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-8955481805349800571</id><published>2008-01-29T18:43:00.000Z</published><updated>2008-12-11T05:39:13.646Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas'/><title type='text'>Olhares Rasgados</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R592RyuR0ZI/AAAAAAAAABw/HcTm7Txfats/s1600-h/EDIT0024Blog.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R592RyuR0ZI/AAAAAAAAABw/HcTm7Txfats/s400/EDIT0024Blog.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160973746035610002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Encontramo-nos casualmente, caminhamos na mesma direcção e paramos no mesmo local. És tu e eu não tenho duvidas disso! Olho o relógio e tu olhas em mim, paras e na ânsia da resposta surjes com uma pergunta em língua estranha à qual me vejo duvidoso em responder e esperas em mim receber resposta sorridente. Enquanto esperas, olhas-me de olhar rasgado, cara perdida e corpo tremulo do frio, eu de alma quente desejo responder-te mas vejo minha mente fraquejar. Após alguns instantes de troca de olhares eu respondo-te:&lt;br /&gt;-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"É aqui!"&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-"Vens comigo? Leva-me lá..."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Não sabia se aceitar ou não, mas teu corpo desenhado e bem vestido por trapos coloridos impôs me um sim ao teu pedido, e fui... Ofereci-te um gelado preferiste uma cerveja, convidei-te a um chá desejas-te um snack. Tudo no teu corpo e na tua postura parecia não corresponder à realidade criada por cânones das boas maneiras. Mas isso agradava-me em ti, o mistério, a ilusão e a gula por mais! Passeamos sobre ruas nunca antes caminhadas desta forma, apertamos a mão e afrontamos o mundo, caímos sobre a ira do irracional. Vimos o sol passar pela lua e a noite a cair clara, nesse momento chegou o fim. Voltas-te as costas e vi pela primeira vez o teu longo cabelo negro, tão liso como a água que corre. Fiquei deslumbrado acariciando este momento até que percebi que não mais te ia ver. Tu estavas de partida, não voltarias mais! O teu voo levar-te-ia até ao outro lado do mundo onde se encontram todos os teus queridos. Talvez um dia voltes e eu ainda lembre a tua cara, talvez um dia voltes e ainda lembres meu rosto, talvez nunca voltes e sejamos felizes para sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ti minha querida _________.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;Texto de Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-8955481805349800571?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/8955481805349800571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=8955481805349800571' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/8955481805349800571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/8955481805349800571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/olhares-rasgados.html' title='&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Olhares Rasgados&lt;/span&gt;'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R592RyuR0ZI/AAAAAAAAABw/HcTm7Txfats/s72-c/EDIT0024Blog.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-8215997797657618354</id><published>2008-01-23T18:01:00.000Z</published><updated>2008-12-11T05:39:13.827Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas'/><title type='text'>Actor et reus idem esse nonn possunt</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R5fGTSuR0YI/AAAAAAAAABo/v7oKOEedE2k/s1600-h/_MG_0007Blog_spot_.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 190px; height: 304px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R5fGTSuR0YI/AAAAAAAAABo/v7oKOEedE2k/s200/_MG_0007Blog_spot_.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158809932921950594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pois é, às vezes espero, outras desespero mas a vida não para e eu tenho que a acompanhar. Hoje cansado de mil e uma vozes, solitário numa extensão imensa de pessoas, desenhava traços gesticulados de almas perdidas no tempo que é só meu. Enquanto isso, olhava em meu torno à procura da face divina, tentei juntar todas as caras que consegui decorar na minha mente. Para isso esforcei me para focar os olhares, os narizes, as orelhas, a boca, os lábios, as barbas, os pelos e os cabelos, tempo perdido! Encontrei sim um meandro de traços na minha mente que me não diziam nada. --------        &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Fotografia de&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;Ayshynek&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;--------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Decidi pensar em mim e encontrei-me. Estava só no meio de muita gente como se de um círculo de ciências ocultas se trata-se, à minha volta pessoas diziam palavras estranhas em coro, eu não percebia o que eles diziam. Uma voz suou e eu compreendi-a, não sei de onde vinha, mas acusava-me das coisas certas que eu fazia, julgou-me pelo amor ao próximo e todos os seus derivados. Tentei resistir àquelas palavras malditas que atordoavam meu pensar e consegui largar-me das pesadas correntes verbais que me prendiam, e, acusei! Acusei pela minha vingança, pela minha ira, raiva, ódio, inveja e gula, no fim de toda esta expulsão interior, a alma faleceu do meu corpo e ele caiu como placa de vidro estilhaçada no chão.&lt;br /&gt;Entretanto, o meu consciente acordou e vi que afinal era somente eu nas minhas viagens ao interior de um imaginário flexível e indolor. Não mais pensei nisso e continuei olhando pela janela para observar como é bonito olhar o ruído de um motor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-8215997797657618354?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/8215997797657618354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=8215997797657618354' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/8215997797657618354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/8215997797657618354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/actor-et-reus-idem-esse-nonn-possunt.html' title='&lt;div style=&quot;text-align: center; font-style: italic;&quot;&gt;Actor et reus idem esse nonn possunt&lt;/div&gt;'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R5fGTSuR0YI/AAAAAAAAABo/v7oKOEedE2k/s72-c/_MG_0007Blog_spot_.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-2742307517552660934</id><published>2008-01-22T16:29:00.001Z</published><updated>2008-01-23T00:49:15.400Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><title type='text'>Linguagem Humana - 002</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://fc05.deviantart.com/fs8/i/2005/311/b/a/novos_planos_para_fugir_____by_goht.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://fc05.deviantart.com/fs8/i/2005/311/b/a/novos_planos_para_fugir_____by_goht.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; Fotografia de&lt;/span&gt; &lt;a style="font-family: arial; font-weight: bold;" href="http://goht.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;goht&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;- Estou? Sim? Olha podes explicar-me toda esta situação? Já passou um mês e não tive um contacto teu que fosse! Podes explicar-me o porquê de manteres o telemóvel desligado?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;-Desculpa... Eu amo-te!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;A chamada caiu, fora a primeira vez que Sofia tinha conseguido contactar com Rui após a criança ter nascido. Sofia ficou desesperada com o telemóvel na mão, não sabia se havia de sentir raiva ou ódio ou um outro qualquer sentimento e como acto de loucura lançou o telemóvel pela janela que por sorte ou azar fora cair certeiramente na cabeça do jardineiro que espontaneamente lançou uns palavrões. Abraçou o pequeno Diogo que ainda não conhecera os braços do pai e as lágrimas escorreram-lhe sobre o rosto. Depois pousou Diogo e num acto inconsciente de revolta soltou um grito desesperado. Entretanto, a porta do quarto abre-se:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;-Então menina? Que se passa? Dói-lhe algo? Quer um cházinho? Olhe que eu sei uns muito bons que a minha bisavó fazia, são bons para tudo!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-Não Alberta... Liguei-lhe e atendeu-m...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:arial;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-Quem quem, o menino? Está no hospital? Aconteceu-lhe algo? Eu tenho um primo que é muito bom médico se precisar! - interrompeu Alberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-Não sei Alberta, não sei... Senta-te aqui e eu conto-te! - disse Sofia com um ar enternecido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sofia contara calmamente tudo à sua confidente que, chocada, acariciou-a com palavras ternas de conforto. Sofia, durante a semana seguinte, quase não se alimentara, tinha a mente perturbada pelo seu passado presente. Diogo, durante o dia, ficara ao encargo da governanta visto que a menina não tinha capacidade psicológica para tomar conta do pequeno filho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Certa noite, quando já toda a gente dormia, e Sofia, tal como todas as noites desde que Rui 'desaparecera' não conseguia dormir, desceu para beber água. Na cozinha enquanto bebia sentiu a presença de alguém, ouviu barulhos estranhos como se estivessem a bater brutalmente num individuo. Tremendo como varas verdes correra silenciosamente para o quarto e subindo as escadas deixara cair o copo que se estilhaçou no chão. Nesse mesmo momento o barulho parou, Sofia continuou a sua caminhada rápida para o quarto e fechou-se nele com o bebé, verificou se ele dormia e aconchegou-o nos braços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Desde aquela noite que Sofia nunca mais fora a mesma. O seu corpo agora era magro e frágil, os seus cabelos loiros e brilhantes estavam espigados e emaranhados, os seus olhos esbugalhados e negros de olheiras e o rosto cadavérico, mas o cansaço fizera-a dormir. Durante duas noites dormira profundamente e esta seria a terceira caso não acordasse sobressaltada com o barulho da fechadura do quarto. Abruptamente levantou-se e olhou em seu torno e seu corpo imobilizara. Diogo não estava no berço onde ela o teria deixado, as lágrimas correram e em fracções de segundos levantou-se e encontrou a casa deserta. Desesperadamente procurou por toda a casa, em todos os quartos, salinhas e salões, Diogo não estava nem se ouvira nenhum som que indicasse a sua presença. Sofia enlouqueceu e saiu para os jardins da casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No dia seguinte, quando o sol raiou, os funcionários da casa tomaram o pequeno almoço calmamente. Como sempre o jardineiro e a menina eram os últimos a acordar e nesse dia o jardineiro dormiu mais duas horas que o costume, mas ninguém se preocupou, era o preguiçoso de sempre com a desculpa que tinha um trabalho pesado. Já toda a gente trabalhava quando desceu e tomou o pequeno almoço. Alberta preparava o lanche matinal da menina quando Manuel, o jardineiro da casa, se preparava para ir trabalhar. Sorridentemente, Rui, entrou pela cozinha muito bem vestido deixando Manuel e Alberta hirtos de espanto, trazia consigo um ramo com dezanove rosas vermelhas ornamentadas em verdes dos ramos de flores comuns e perguntou:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Onde está a Sofia? E o meu pequenino? Quero vê-los!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Estão no quarto menino, o Dioguinho dorme muito e está gordinho vai gostar de vê-lo e a menina não está muito bem e tem andado a dormir mais. Então e o menino está bem? Que lhe aconteceu? - falou curiosamente Alberta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Vou vê-los! - disse inopinadamente Rui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-2742307517552660934?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/2742307517552660934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=2742307517552660934' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2742307517552660934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2742307517552660934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/linguagem-humana-002.html' title='Linguagem Humana - 002'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-5475419479978638781</id><published>2008-01-17T17:12:00.000Z</published><updated>2008-12-11T05:39:14.130Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórias'/><title type='text'>Linguagem Humana - 001</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4-SwePd-YI/AAAAAAAAABI/aBUvzYR_zjE/s1600-h/_MG_2838BLOGUPLOAD.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4-SwePd-YI/AAAAAAAAABI/aBUvzYR_zjE/s400/_MG_2838BLOGUPLOAD.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156501459811826050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotografia de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    Vindos de famílias espanholas Rui e Sofia chegaram a &lt;/span&gt;Portugal. De &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Marbella&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;cidade natal de ambos, trouxeram as malas, recordações e o nó do casamento que recentemente acontecera. Viviam felizes e ainda naquele momento do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;'mar de rosas'&lt;/span&gt;. Rui tinha apenas vinte e quatro anos e já estava formado em História de Arte e Sofia mais nova um pouco com quase dezanove primaveras, que as completaria no dia quinze do próximo mês, era autodidacta na literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Alentejo foi zona escolhida para morar, queriam um sitio calmo com montes, planícies, natureza e gente pacata e nada melhor que a pasmaceira alentejana. Como vinham de famílias ricas compraram uma quinta com cerca de quinze hectares muito perto de uma vila com cerca de cinquenta habitantes. Desde os grandes portões até chegar à casa percorria-se quase um quilometro de caminho estreito tapado com vinhas e outras plantas ornamentais, à entrada da casa duas enormes escadarias, muitas janelas tapadas e gastas pelo tempo e a casa que outrora fora caiada agora era cinza. À volta havia jardins e espelhos de água, caminhos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;floreiras&lt;/span&gt;, campos e vinhas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;arrebiques&lt;/span&gt;! Sabiam, por ouvir dizer, que aquela casa pertencera a uns senhores conhecidos por todos pelos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Doutores, &lt;/span&gt;um casal com cerca de quarenta anos que vivia fechado na casa e que muito pouco se sabia sobre eles, falavam as más línguas das beatas da igreja que a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Doutora&lt;/span&gt; tinha o ventre seco e que o sangue lhe corria podre nos períodos de menstruação, dados que nunca foram confirmados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Passava já um mês que o jovem casal ali morava, já tinham caiado a casa, arranjado as janelas e decorado o interior bem ao gosto espanhol. Contrataram trolhas, jardineiros, carpinteiros e todos os demais necessários. A casa parecia um sonho mas havia algo que perturbava Sofia, talvez a gravides recente ou algo que lhe parecia estranho naquela casa. Ela não sabia dizer se era a adaptação à nova morada, se a saudade dos familiares, se a vida de casada, se um infinito de coisas mas aquela porta que se encontrava no rés do chão e quem ninguém conseguia abrir fazia-lhe borbulhar as entranhas. Rui nunca se pronunciara sobre isso, para ele era só uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;salinha&lt;/span&gt; vazia que tinha uma porta velha e dura de abrir. Sofia, durante a noite, dizia ouvir gemidos e movimentos mas Rui tranquilizava-a dizendo que era Diogo, o filho que iria nascer que já estava a gesticular palavras na barriga da mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Já estava quase no final de tempo e a pequena criança já dava sinais de querer saltar cá para fora e abrir os olhos ao mundo. O casal para ajudar nas lidas da casa contratara casualmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Alberta&lt;/span&gt; e as suas duas filhas. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Alberta&lt;/span&gt; era uma mulher pobre que à uns anos lhe tinha morrido o marido na gravides da sua segunda filha, já tinha trabalhado para os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Doutores&lt;/span&gt; mas os senhores foram se e até virem, novamente, para esta casa viviam do campo e do trabalho na lavoura. Sofia e a governanta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Alberta&lt;/span&gt; criaram grande empatia mas sempre que, em conversa de amigas, a jovem lhe fazia perguntas sobre os anteriores donos da casa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Alberta&lt;/span&gt; optava pelo silencio encolhendo os ombros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Esgotou-se o tempo e Rui não estava, tinha ido a uma qualquer exposição em Lisboa sobre a época Barroca. Sofia não podia conduzir naquele estado e também nenhuma das analfabetas que ali trabalhava sabia como o fazer. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Alberta&lt;/span&gt; fora parteira umas vezes naqueles casos como este de aflição e pouco remédio. Com a ajuda das filhas, muitos vapores, panos de água quente e muitos gritos que faziam desviar a rota do gado, nasceu Diogo. Nesse dia Rui não voltou de Lisboa mas fez-se festa, houve peru e leitão assado, batatas e arroz, pudins e bolos, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Alberta&lt;/span&gt; caprichou e para alegrar a menina, como ela lhe chamava, convidou quase toda a gente da Vila para comemorar o acontecimento. Somente apareceram um casal de meia idade e três idosas com um ar sujo vestidas de negro. Bebeu-se e cantou-se, os empregados da casa foram quem mais festejou o nascimento da criança. As frases mais ouvidas eram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   -"Um brinde ao Diogo!"- dizia alguém.&lt;br /&gt;    -"Viva!"- diziam todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-5475419479978638781?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/5475419479978638781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=5475419479978638781' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/5475419479978638781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/5475419479978638781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/linguagem-humana-001.html' title='Linguagem Humana - 001'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4-SwePd-YI/AAAAAAAAABI/aBUvzYR_zjE/s72-c/_MG_2838BLOGUPLOAD.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-9099249774793956922</id><published>2008-01-06T23:49:00.001Z</published><updated>2008-12-11T05:39:14.279Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas'/><title type='text'>Pensamentos ocupados</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4FpTuPd-XI/AAAAAAAAABA/tm49outntRw/s1600-h/_MG_3046blogspot.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4FpTuPd-XI/AAAAAAAAABA/tm49outntRw/s400/_MG_3046blogspot.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152515236239898994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fotografia de&lt;/span&gt; &lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com/"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje paro para pensar no dia que virá de ontem e sinto o meu corpo leve, ele está calmo, sereno de um dia que passou agitado. Aqui sentado penso que há dias senti meu corpo a entrar-lhe suavemente e não chorou, nem uma lágrima lhe saiu do corpo liso e suave. Mergulhei nos seus seios percorri os seus membros e marquei a minha presença no seu corpo, tudo isso foi em vão. No final lavei-lhe as peles e dei-lhe liberdade de ir onde mais deseja-se, nunca mais vi seu corpo. Penso que terá morrido e se encontra num banco de jardim ou na valeta de uma estrada ou no meio de um pinhal, penso que se terá perdido num pinhal onde usaram o seu corpo sem meu consentimento ou que se encontre no meio da cidade com o corpo rasgado do uso e do abuso. Não importa, não verei mais o seu rosto fino e delgado, de pele clara e olhos negros fulminantes de rancor mas lembro o seus cabelos escorrerem me nas costas e mais nada existe agora. Mais um corpo ou outro se deita nos meus &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;lençóis&lt;/span&gt; mas não é aquele corpo...&lt;br /&gt;Morreste de mim mas vives em mim, corpo, corpo amado que jamais te esqueci.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-9099249774793956922?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/9099249774793956922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=9099249774793956922' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/9099249774793956922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/9099249774793956922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/pensamentos-ocupados.html' title='Pensamentos ocupados'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4FpTuPd-XI/AAAAAAAAABA/tm49outntRw/s72-c/_MG_3046blogspot.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-2505724869436677269</id><published>2008-01-03T00:59:00.000Z</published><updated>2008-12-11T05:39:14.482Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas'/><title type='text'>Um dia um quebra-cabeças</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4FdlePd-VI/AAAAAAAAAAw/8Z0JB96zCgs/s1600-h/BLOGSPOT.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4FdlePd-VI/AAAAAAAAAAw/8Z0JB96zCgs/s400/BLOGSPOT.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152502347043043666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Estava só, acompanhado de mim mesmo e do meu pensamento e surgiu me a questão "&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Irei ver-te outra vez?&lt;/span&gt;", pensava nisto saciando a resposta enquanto no ar se sentia morrer o sistema natalício de sempre. O meu corpo estava irrequieto e sem se mover senti uma vibração, eras tu, não sabia se desejava ler-te ou ouvir-te, não sabia sequer se queria alguma informação tua mas corajosamente pegue-lhe e vi-te.&lt;br /&gt; Fiquei sobre estado de choque com vontade de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;fugir&lt;/span&gt; para onde me encontrasses facilmente mas por mais força que fizesse o meu &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;cérebro&lt;/span&gt; não dava o comando de movimento e fiquei &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;imóvel&lt;/span&gt;, o meu corpo quase morria ali estendido dentro da penumbra que de mim é o meu espaço.       &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Certamentamente&lt;/span&gt; a mão poderosa caiu sobre mim, abrandou meus olhos, afagou meu coração e vi-me perante a luz, era feita de pretos, castanhos, amarelos, laranjas, vermelhos,violetas, roxos, azuis, verdes. Afinal era branca como a folha que te escrevo. Da luz que de meu manto se fez, fiz ternura de onde gerou que hoje caísse a magoa que em mim pousas-te e agora morres-me nos braços, o teu sangue escorre cristalino sobre os meus cotovelos e eu estou a sorrir para ti, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a sorrir para ti...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fotografia e texto de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ayshynek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ayshynek.deviantart.com"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-2505724869436677269?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/2505724869436677269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=2505724869436677269' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2505724869436677269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/2505724869436677269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/um-dia-um-quebra-cabeas.html' title='Um dia um quebra-cabeças'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/R4FdlePd-VI/AAAAAAAAAAw/8Z0JB96zCgs/s72-c/BLOGSPOT.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-320520500595962264</id><published>2008-01-01T00:00:00.000Z</published><updated>2008-01-06T21:59:27.608Z</updated><title type='text'>Bem Vindo ao Ano Castanho de 2008</title><content type='html'>Já cá faltava eu, após muitos anos de internet decidi criar um blog (espero ter sido boa ideia), não é que seja escritor ou saiba o bem escrever mas escrevo. Como estamos no inicio do ano à que relembrar o ano que passou, um ano dificil e pouco harmonioso mas nem todos podem ser bons.&lt;br /&gt;   Ora bem, o ano que passou foi engraçado e controverso, inicio-se com o normal jantar em casa de amigos quase familiares quem com à alguns anos comemoro algumas épocas festivas. Após um jantar de bacalhau com todos e polvo com batatas assim terminou o ano de 2006 e como é comum com champanhe entrei no ano de 2007. Segue-se a habitual ida para a noite com alguns amigos e conhecidos que vou referir, primeiramente com Maria Luis e dependentes, Ricardo Santos, João, Diana E. entre outros, posteriormente também Daniela Brandão, Cátia Costa  e Angelo Pereira. A noite foi engraçada, bebeu-se q.b. com a ajuda da menina Diana, dançou-se alguma coisa e terminou na cama por volta das 6h da manhã e esta foi a primeira noite de 2007.&lt;br /&gt;   Vou agora agradecer a algumas pessoa que participaram continuamente ou parcialmente comigo em 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justin, daquelas pessoas que posso considerar meu irmão, sempre disponivel, sempre com um abraço amigo, sempre com uma palavra meiga, sempre com um sorriso, sempre com um pensamento, sempre pronto a ajudar os outros... A ti, um simples obrigado serve pois sabes todas as restantes coisas que te vou mostrando ao longo dos tempos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria L, com um ano contraditório ao de 2006 mas de qualquer forma ainda marcou presença no meu ano de 2007 e mesmo quase no final deste se mostrou amiga e disponivel para ouvir alguns dos mais arrancados desabafos, obrigado a ti também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cátia C, um ano estranho, inicialmente desligados mas a necessidade até acaba por ligar as pessoas, alguns desabafos, muitos desacordos mas até nos démos bem, aplicados numa unica finalidade que acabou por resultar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniela B, alguém que me acompanha à alguns anos, não é verdade? Algumas peripécias, muitas canções, muitas conversa e muita ligação. Um obrigado pelo fins de semana vibrantes ao som de "Caminhando por la vida"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário R, um outro das festas, desde coçigas ao telefone a porradinha q.b. e até o "Avé Maria" na escuridão dos 1500mts&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2 &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;de diversão, algumas conversas, trocas de opiniões e até gozar com os que se julgam mais velhos e com mais autoridade... Uma boa arca de segredos a descobrir... Um Abraço meu irmão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitor S, um companheiro de guerra, sem dúvida, ora café ora trabalho sempre a rir,&lt;br /&gt;-"cala-te caralho, estás me a destrair" dizia eu&lt;br /&gt;-"Vamos todos no barco fodilhão no barco fodilhão", cantavas tu de guitarra na mão&lt;br /&gt;bons tempos, tenho algumas saudades da cabine de som e do trakinas de guitarra na mão a moer- me o juizo... Bons tempos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catia H, bem a minha doente diaria que todos os dias tem uma dor nova desde mais frequente dor de barriga ao dedo partida ao pé deslocado á rotura de ligamente ao joelho torto à dor de dentes e a mais recente dor de garganta... Tenho saudades dos tempos de escola e da minha companheira de carteira, e da tão usada pergunta "Que te doi hoje?", espero ver-te brevemente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivan, o meu rico primote, pouco tempo mas deu pra muito, muitas conversas, muitos risos, muita cusquice e também muitos desabafos... Os amores fazem destas coisas, conversas de café!&lt;br /&gt;Obrigado por me aturares...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Cast, um sr. africano com um gosto musical transcendente, incrivel que duas pessoas tenham uma forma de pensar tão parecida e um gosto musical identico e com histórias de vida relativamente parecidas... É bom saber partilhar... Boa sorte lá prós Africa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li Trindade, oh rica companheira de secretária, oh ricas conversas que lá vão, foi muito bom, muitos bons momentos, muitos risos, muita conversa, muitos desabafos e tanto corta e cose... Tardes inteiras de conversas que não cessavam mais, temas diferentes, opinião abrangentes, soluções e até previsões e apostas... Por falar nisso, perdemos! Se tudo correr bem reniciaremos este percurso já caminhado! Boa sorte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faty, menina dos meus olhos, menina de ouro e da minha tijela de mousse de chocolate, foi tão bom trabalhar contigo, sempre sempre sempre nos démos bem, desde o inicio até ao fim sempre chegados a conversar, ora ajudavas-me tu ora ajudava-te eu... Mas a tua mousse.... Um abraço bem apertado para uma senhora menina que merece todo o meu respeito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno P, apareceste ainda no verão, fomos conversando, fomos vendos ideologias e tudo o resto e descrobri que és uma pessoa fantástica, não só por colidirmos em muitos aspectos mas também por aquela frase que ouvi alguém dizer "dá vontade e pegar e cuidar" um muito obrigado pelos momentos passados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marta C, uma miuda fascinante, nunca pensei, conhece-me desde a minha nascença tivemos uma infância juntos mas como é comum a pré adolescência afastou-nos até ao ano que passou e de uma miudinha timida e brincalhona saiu uma mulher esperta cheia de garra e com um coração de ouro. Muito obrigado pelo esforço, disponibilidade, preocupação e também pelas conversas, risos, boleias, cafés, criticas, fotos e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A todos os restantes como, Ana, Mãezinha de Portugal, Ricardo, Pedro, Sofia, José, Amália, Paula, Cidália, Manuel, Cintia, Tiago, Bruno, Maria F, Laura e todos os outros que não referi não estão esquecidos, estão cá como todos os outros e agradeco a presença de todos nos momentos de 2007 e que prossigam comigo também no de 2008 e seguintes. Um muito Obrigado a Todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-320520500595962264?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/320520500595962264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=320520500595962264' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/320520500595962264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/320520500595962264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2008/01/bem-vindo-ao-ano-castanho-de-2008.html' title='Bem Vindo ao Ano Castanho de 2008'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-7182976738003479626</id><published>2007-01-05T16:28:00.000Z</published><updated>2010-01-05T16:29:06.068Z</updated><title type='text'>ST12</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S0NouPmhpWI/AAAAAAAAAJU/W53nQxt7qSU/s1600-h/looool2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 107px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S0NouPmhpWI/AAAAAAAAAJU/W53nQxt7qSU/s400/looool2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423293519955600738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3096205747393049876-7182976738003479626?l=ayshynek.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ayshynek.blogspot.com/feeds/7182976738003479626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3096205747393049876&amp;postID=7182976738003479626' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/7182976738003479626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3096205747393049876/posts/default/7182976738003479626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ayshynek.blogspot.com/2007/01/st12.html' title='ST12'/><author><name>ayshynek</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07967953241539740112</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/THg9-RzcCOI/AAAAAAAAAJ8/waMguzPACXI/S220/lightroom+4+(2+de+1).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S0NouPmhpWI/AAAAAAAAAJU/W53nQxt7qSU/s72-c/looool2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3096205747393049876.post-8420897555288507333</id><published>2007-01-05T16:25:00.000Z</published><updated>2010-01-05T16:25:47.954Z</updated><title type='text'>ST11</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ulNpNI9HVsA/S0Nn-8Mj-UI/AAAAAAAAAJM/cAjChgSTyxI/s1600-h/looool.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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