Cartas ao Pai Natal, bonecas de pano, carrinhos, comboios, garagens, até Barbie...! Tão pouca coisa de tão pouco valor e importância nos fez feliz... E agora? Será a falta da carta ao Pai Natal?! Diz-me! Quem és?! Sou eu?! Não me respondas, já percebi a tua ingratidão! Mas agora cala-te, não te quero ouvir mais o silêncio pois, se somos então eu fico com a tua parte! A injustiça é mutua! O som do teu silêncio perturbador terminará aquando do meu! E quando eu morrer? Ficarás sozinha e não ousará alguém de evitar que estejas suspensa... Como é bom sonhar!
terça-feira, 21 de julho de 2009
Por vezes....
Cartas ao Pai Natal, bonecas de pano, carrinhos, comboios, garagens, até Barbie...! Tão pouca coisa de tão pouco valor e importância nos fez feliz... E agora? Será a falta da carta ao Pai Natal?! Diz-me! Quem és?! Sou eu?! Não me respondas, já percebi a tua ingratidão! Mas agora cala-te, não te quero ouvir mais o silêncio pois, se somos então eu fico com a tua parte! A injustiça é mutua! O som do teu silêncio perturbador terminará aquando do meu! E quando eu morrer? Ficarás sozinha e não ousará alguém de evitar que estejas suspensa... Como é bom sonhar!
sábado, 8 de novembro de 2008
Nas Aulas Violas (IV)

No dia seguinte, a minha mãe quis que ficasse por casa onde permaneci durante todo o restante dia. Ocupei o tempo ouvindo a versão de António Vargas da peça que tinha a apresentar no final do ano. Era uma obra lindíssima, parecia ouvir-se os pássaros cantar, o vento cruzar as folhagens de um campo alegre e verde na calma do som de um pequeno e calmo riacho viajar sobre o seu leito. As lágrimas floresciam lentamente sobre o rosto sem que eu percebesse bem o porquê visto agora estar em segurança, pelo menos pensava eu que sim. A minha mãe neste dia chegou um pouco mais cedo, não se sentia bem no trabalho e decidiu fechar a loja para aproveitar mais um pouco de tempo comigo. Tinha-me convidado para a sua companhia na loja mas preferi nem sair e ela não me desfez a vontade. Quando chegou a casa aconchegou-me no seu regaço sobre a minha cama onde adormeci sobre os seus dóceis carinhos.
Com um bruto bater de porta acordamos em sobressalto, pensamos ser uma vizinha pedindo um simples pé de salsa. Fazendo um movimento de quem se vai levantar minha mãe disse: "Deixa-te estar, eu vou lá." E assim foi, ela desceu enquanto eu pensava no tudo que é nada. Do abrir da porta só ouvi um "Ainda bem que veio." e durante o seguinte quarto de hora nada mais ouvi, não é que estivesse atento mas estava distraidamente penetrado no meu pensamento. Ao fim deste tempo comecei a estranhar tal silêncio e decidi dar voz à minha veia de curiosidade e saí do quarto para ver com quem curricava minha mãe à tanto tempo. Quase a chegar à escadaria senti um forte cheiro a álcool e mentol, parecia um cheiro a produto de limpeza de farmácia, estranhei por não ser habitual mas continuei o meu percurso. A meio da escadaria, num repentino movimento o meu corpo estremeceu, o meu olhar tinha-se prendido num corpo estendido no chão e em milésimos de segundo reconheci-o, era a minha mãe deitada como morta. O meu corpo tremia e a minha mente delirava na sua totalidade ao mesmo tempo que da sala se ouvia o som de pedras de gelo num copo. Num acto de defesa subi silenciosamente as escadas enquanto tentava perceber o que se passava.
Chegando ao quarto e seguindo os conselhos entronizados na mente pelas palavras constantes da minha mãe tranquei a porta do quarto, pendurei um casaco na maçaneta para tapar o buraco da fechadura e procurei o telefone. Entre gestos silenciosos percebi que tinha ficado o telefone na sala de estar, procurei pelo telemóvel que provavelmente estaria dentro da mala da minha mãe, o problema foi quando me deparei que estaria, a mala, pousada na cozinha. Naquele quarto pouco poderia fazer pois as janelas ficavam viradas para o jardim da casa, ainda tentei pela janela ver se algum vizinho estava pelo jardim para o tentar alertar mas por estas horas deveriam estar a jantar e já a noite caia por natureza.
As horas passavam eu ali de mãos atadas sem saber o que fazer. A minha mente encorajava me em ser forte para tentar chegar à cozinha, o meu nervosismo fazia tremer-me o corpo tornando-o fraco e inútil e o meu medo, esse, esse nem um movimento me permitia. Eu sabia que tinha que contactar alguém, mas não sabia se era um bandido ou um bando deles, o quarto podia estar a ser minado com gente à cuca ou então podia já estar a casa vazia e já terem levado tudo. O pior de tudo é que sabia que a minha mãe podia estar morta ou a morrer estendida no chão da sala e eu ali sem fazer nada. Foi neste aspecto onde ganhei força e decidi tentar chegar à cozinha.
Abri silenciosamente o quarto e com toda a cautela saí, ninguém estava no corredor dos quarto, um alívio que me soava como ter ganho a primeira etapa. Em pés de pantufas fui descendo as escadas sem fazer um ruído que fosse com um intuito de vitória na tentativa de agarrar o telemóvel. Fui descendo lentamente e nem olhava para nenhum lado, forma de eliminar o medo e de estar mais atento à missão que tinha em mãos. Tentativa falhada, já quase na útilma escada oiço chamar-me, fui visto. O meu comando de movimento não reagiu mais aos meus pedidos, a mente bloqueou e lentamente o corpo se escorreu pela parede até cair sentado na escada. Era ele, o professor! Aproximou-se, com a mão sobre o meu ombro disse: "Eu avisei-te Diogo!"
Não fui capaz de reagir, enquanto brutamente me puxada eu sentia-lhe um intenso cheiro a álcool juntamente com um outro cheiro parecido a incenso e charuto ao mesmo tempo que na minha mente soava o sentimento de culpa por ter contado o que se passava, senti-me inútil e incapaz. Olhei-o, tinha os olhos vermelhos, um aspecto pálido e agressivo. Quando cheguei à sala, a arrastão, as lágrimas floresceram como gotas cruas de sangue. Parecia dormir, imóvel, inútil, incapaz, inconsciente, imobilizada, na boca um pano branco manchado talvez um lenço, um pé preso a cada perna da cadeira, as mãos atadas sobre as costas, o tronco amarrado nas costas da cadeira, uma saia carmesim com muita roda e uma camisa muito ornamentada comprada numa loja em Viena. Penso que nunca mais vou esquecer esta imagem, que, meia turva se alojou no meu olhar fechado.
Empurrou-me contra o sofá, já não sentia nada. Não chorei, não me doeu, não me impressionei, tudo parecia não me magoar mais ou que, talvez, o meu sentimento tivesse esgotado e agora era mais um com calhau em lugar de coração, um insensível. Assoberbou um copo de Whisky e passou-mo para a mão e num tom atropelado dizendo: "Vamos brincar um pouco, agora é a minha vez de brincar!"
quarta-feira, 4 de junho de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
Nas Aulas Violas (III)
Entrando em casa o meu primeiro intuito foi tomar um banho, pois sentia o corpo repelido de mim mesmo. Retirei a roupa para um saco que, fechado, despejei no lixo. Entrei na banheira, abri a água que sem tempo para aquecer a conheci gélida, sobre mim friamente escorreu mas, no entanto, o sentimento foi de conforto e frescura. Senti a alma refrescada e o corpo ser liberto daquela camada nojenta tresandando de um odor forte a sexo indesejado. Durante o banho decidi encher a banheira, deitar-me e num ápice decidi acabar com tudo numa vez só. Mergulhei água dentro aguentando a respiração o mais que podia para chegar à asfixia. Durante esse curto período coisas várias se passaram na mente, os momentos felizes de sorrisos, os tristes de lágrimas e dor, o meu enterrado pai, a minha mãe! Nesse momento soou um austero “NÃO!” no eco do fim da vida, e, quase engolindo água abruptamente saí da banheira.
Chegada minha mãe a casa, não tive coragem de lhe contar o que se passava comigo. Atentamente, ela olhou-me de olho fito parecendo de tudo saber e interpelou-me “Diogo Duarte o que é esse vermelhão na cara e esse lábio rasgado? Nunca foste miúdo de brigas e agora andas à pancada? Onde foi isso, na escola? Com quem foi?” A minha resposta seria uma instintiva mentira omitindo os verdadeiros factos que me afectavam, mas somente consegui dizer “Mãe…” Neste momento as lágrimas atiraram-se sobre o rosto como suicídio de alguém perturbado num abismo, o fluxo nasal libertou-se e as palavras salivadas não saíram mais.
Num movimento suave, minha mãe aconchegou-se sobre seu peito. Admito ter sentido algum medo dela até mas logo me acalmei e me deixei ser confortado no seio maternal. No meio deste clima tenso contei-lhe algumas das verdades. Na verdade e mesmo até à sua morte eu nunca fui capaz de lhe contar tudo o que se tinha passado, acho que tive um pouco de vergonha e depois os anos passaram e nunca mais tive oportunidade de o fazer. Contudo que lhe contei ela ficou chocada e achando-se inútil, má educadora, má mãe por não me ter livrado de um sofrimento silencioso destes e disse-me: “ Filho a mãe está aqui para tudo, já devias ter contado para que a mãe te pudesse ajudar” A minha resposta foi repentina e simples “Desculpa mãe, prometo que…”, “Xiu…a mãe vai tratar de tudo. Vou ligar para a escola para falar com o professor”, rapidamente lhe pedi que o não fizesse mas ignorou o meu pedido e aquando se levantava para o telefonema ainda tentei impedi-la agarrando-lhe o braço mas foi inútil.
Texto de ayshynek
Edição Musical de Ayshynek
quinta-feira, 13 de março de 2008
Nas Aulas Violas (II)
Primeira parte Aqui
O professor Alberto era casado com uma educadora de infância mais nova do que ele treze anos, uma senhora menina dócil e meiga. Nela via-se bem o verdadeiro gosto pelas crianças. Alberto, o professor, era também conhecido por ter um gosto especial por crianças, e, mentira não era pois gostava até de mais!
Nos dias seguintes fiz por estudar o mais que pude para não cair na boca do lobo durante as aulas, mas o nervosismo entre aquela pressão psicológica disparava e lá era eu caído nas garras do animal sendo obrigado a segurar naquele membro semi-flácido massajando-o até que se formasse hirto. Sobre este assunto nunca fui capaz de o contar a alguém que fosse e esta situação foi-se prolongando. Com o tempo fui-me costumando e ganhando frieza à situação, aprendi a relaxar, controlar e ao fim de dois anos de aulas de piano e tortura já consegui que não mais me enganasse no estudo. Eu tinha agora dez anos, já estava na terceira semana sem lhe tocar e assim continuou durante um mês e meio. Sentia-me por completo aliviado mas com receio que retornasse.
Certo dia, senti-me forte, corajoso e capaz, confrontei-o com a situação dizendo-lhe que não achava bonito o jogo que fazíamos e que o não queria voltar a jogar. Perguntou-me se tinha contado a alguém este nosso, forçado, segredo. A minha resposta foi verdadeira, disse que não mas que se o voltássemos a fazer eu contaria à minha mãe. Nesse momento a sua grande mão disparou soando por toda a sala e embatendo na minha face, nunca antes me tinha agredido. As lágrimas fluíram-me sobre o rosto de tão dolorosas que se assemelhavam a suores frios. Imperou-me que fosse silencioso, pois caso o não fosse seria bem pior para mim. Entre estas palavras agarrou-me na cabeça dizendo:
“Agora vais perceber que eu gostava de ti e não merecia o que me fizeste. Vais pagar por isso!”
Com as mãos sobre a nuca empurrou-me a cabeça contra o seu pénis mole, ali permaneci imóvel e quando por motivos da natureza me engasgava da violência recebia gentis bofetadas e empurrões para que não fizesse barulho. Num movimento brusco arrancou-me as calças e introduziu aquele deplorável membro em mim ao mesmo tempo que me impedia qualquer gemido.
“A aula foi boa, na quinta-feira quero isso perfeitinho. Estuda muito! Até Quinta!”
Texto de Ayshynek
Edição Musical de Ayshynek
Partes
domingo, 9 de março de 2008
Nas Aulas Violas (I)
Tudo começou em Viena quando passeava com minha mãe, tinha sensivelmente cinco anos de idade. Tínhamos abalado às compras, lembranças do Carnaval que passamos. Entre o cinza da pedra e o escarlate dos telhados compramos várias chinesices na companhia da Laidinha, esposa do casal que nos acompanhava sempre que viajávamos. Neste passeio a minha vida mudou, na rua havia visto três músicos tocando violoncelo, guitarra e acordeão deslumbrando o momento parei e senti que era aquilo que queria para mim, música! Assim foi, quando chegados a Portugal o meu pai tratou de me oferecer aulas de música.
O primeiro dia, algo difícil de esquecer, paredes brancas, senhoras de saia travada e laçarote ao pescoço, homens de fato e algumas idosas com xailes de organza e umas vestes menos comuns. Sandra Dupond e Sónia Soares, professoras de iniciação, integração e apoio musical, olhos grandes, lábios finos, a vida vincada no rosto assim se fazia corpo àqueles seres dóceis, meigos e afáveis.
Ao fim de dois anos fui obrigado a escolher um instrumento musical, eu estava decidido era Piano e assim foi. Professor Alberto Marques de trinta e nove anos era o meu orientador musical, muito meigo e simpático, disponível sempre que possível, dedicado e com um óptimo método de estudo. Eu tinha agora oito anos e estava completamente empenhado em trabalhar mais e mais não fosse a morte de meu pai, um acto alienígena matou-o de forma invisível, dura e intemporal. Neste período perdi o controle das minhas capacidades e estudos e as minhas notas desceram a níveis únicos.
Em casa o clima havia ficado intenso, minha mãe enlouqueceu, a família tinha-se afastado de mim, na escola sentia-me só, na rua sentia-me olhado, os amigos tinham-me rejeitado mas o professor apoiou-me o mais que pode, aproximou-se de mim acariciando a nuca, os ombros, as orelhas e o rosto. Ao nível que a nossa proximidade evoluiu falávamos um pouco sobre tudo e ele já me abraçava e acariciava as pernas. Contudo chegou o dia em que me acariciou os genitais, eu fiquei hirto sem saber o que fazer com algum medo mas mantive-me quieto. Com sua mão sobre a minha elevou-a até à sua zona pecaminosa e disse-me “A partir de hoje vamos fazer um jogo, sempre que errares vais mexer-lhe”, eu estremeci e fiquei nervoso. Nesse dia, chegado a casa, fechei-me no quarto e chorei. O mundo acabava de desabar por completo sobre mim, as cores eram negras, o sol escuro e a música sombria tudo parecia não fazer parte de uma vida simples e normal.
Texto de Ayhynek
Edição Musical de Ayshynek
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
À Luz do dia na Cidade d'Ouro! (Parte II)

Estávamos no Cais d'Ouro, ela com os pais dela, eu com os meus, não nos podemos despedir. A dureza dos pais da Cláudia não deixou que nos aproximasse-mos. Partimos sem saber se nos voltaríamos a encontrar, tudo tinha sido tão intenso que eu não sabia nem o que sentia com toda esta situação.
Apanha-mos um Táxi em direcção ao hotel, nunca tinha visto um assim, era amarelo com duas linhas em preto e por dentro era de madeira trabalhada no tecto e nos alicerces do tejadilho. Chegamos ao hotel e fui conhecer o meu quarto, as paredes eram em azulejo esmaltado com motivos florais em dourado, o chão era como a calçada tradicional portuguesa mas em vermelho e preto e a cama era em talha dourada com cortinas em organza. Descartei as malas e aproveitei para descansar daqueles balanços e contrabalanços do barco. Dormi toda a tarde e noite também. Sonhei com aquele corpo esguio de cabelo loiro, pele branca e olhos esverdeados com azul petróleo.
Na manhã seguinte acordei por volta das nove horas, era cedo mas o sol já raiava com todo o seu vigor. Tomei um duche bem fresco entre aromas de jasmim e takahachi. Desci ao átrio central ao ar livre onde serviam o pequeno-almoço, os meus pais já lá estavam, eu sentei e naturalmente degluti aqueles sabores quentes e afrodisíacos. Aquando terminava de beber o meu refresco de leite de cabra tive uma breve visão de um corpo magro, pequeno de um loiro cintilante, estremeci e na minha mente só ouviu uma voz que me dizia: “É a Cláudia, vai lá!”, nisto apercebi-me do ridículo e sem querer fugiram à mesa as seguintes palavras “Não sejas parvo, há mais dez hotéis aqui na ilha…”, os meus pais olharam-me e eu tentado cara de inocente sorri-lhes.
Durante a tarde fiz-me acompanhar da minha máquina fotográfica para captar alguns momentos, estava entretido e decidi sair do quarto para fotografar os espaços do hotel, fui ao salão dos narguilés, salão de jogos e todos os demais. Decidi então fotografar o adro dos pequenos-almoços, dirigi-me ao trifório e preparei a máquina, num olhar simples vi novamente aquele corpo passear sobre os jardins apalaçados do átrio, rapidamente foquei a máquina e tirei fotografias. Quando vi o LCD não queria acreditar, era Cláudia sem margem para dúvidas e como ela estava só, fui ter com ela.
Quando me viu sorriu mas não mostrou muito espanto, falamos e disse-me já ter visto os meus pais deambular pelos corredores do trifório e tirando fotografias sentados nos contrafortes exteriores. Vagueamos um pouco e numa loja (sala) mais sombria o nosso corpo curvou-se em forma de beijo, lábios tão macios nunca antes tinha sentido. Loucura! Não perdemos tempo em agarrar-nos e apertarmo-nos sentido a intensidade de dois corpos, sob a sua timidez paramos e passeamos até ao meu quarto.
Entramos, sentamos, falamos, sorrimos, beijamos e, e… deitados sobre a cama olhando o sol quente sobre as palmeira introduzidas numa decoração excessivamente floral. Naturalmente os nossos corpos foram se aproximando, sem ser propositado comecei a tocar-lhe sobre a barriga e a brincar com o umbigo. Inocentemente e instintivamente a minha mão escorreu lhe sobre o corpo, sobre as zonas lombares, sobre os braços, sobre o pescoço e sobre os seios delicados. Quando lhe toquei os seios estranhou e olhou me com ar estranho, fiquei envergonhado mas tranquilizou-me passando as mãos pelo meu corpo. Ali fizemos pela primeira vez aquilo que podemos chamar carnalizar o amor, sob a luz do dia na Cidade d’Ouro!
Chegamos atrasados para jantar mas com um sorriso muito estranho sobre os rostos de pessoas completas! Assim se construiu o que ainda hoje dura e já passaram alguns anos. É tão bom sorrir…
Texto de Ayshynek
Música e letra original de Tiago Videira
Voz de ayshynek

